terça-feira, 15 de agosto de 2017

Axl Logan - 17 - Quem Procura, Acha.


Essa é a história de um Sim chamado Axl Logan.
Acompanhe aqui suas aventuras (e desventuras)!

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ATENÇÃO, AMIGO (A) SIMMER! DÁ UMA LIDA AQUI:

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Axl Logan
Parte 17 – Quem Procura, Acha.



Resumo do capítulo passado: a Nordic Lhama se apresenta no 18º Festival de Metal, em Windenburg; Elenor e Liam saem e se divertem no bar-boliche Vista Lane, onde conhecem, de maneira inusitada, um querido casal de turistas do Segundo Império; a banda faz uma festa para celebrar seu primeiro evento de relativa visibilidade; pela manhã, Gizella abre a porta para alguém que está atrás do “Dado”.


Casa da Nordic.
Vizinhança do Mercado de Especiarias.



— Bom dia. O Dado tá aí?
Gizella a olhou, sem entender:
— “Dado”? Acho que você bateu na casa errada...



— Não, não! Com certeza a casa é essa! — Ela sorriu, se aproximando. Tinha deixado seu carro estacionado ali em frente. — E, nossa, desculpe! Estou tão acostumada a chamá-lo assim que nem cogitei que você deve conhecê-lo como Dave.
— Quem é você? — Gizella já não curtiu muito o nível de intimidade que a moça ali parecia ter com o baixista.



— Samara Korgan. – Ela se apresentou. — Sou amiga de infância do Dado e do Axl. Quando crianças, éramos vizinhos; pelo menos durante o tempo em que os dois moraram com a avó deles... E você é...?



— Gizella Reeves. Mas, bem, como nenhum dos dois nunca me falou de você, vou ligar para o “Dado” e averiguar suas informações. Só um minuto. — Gi disse, pegando o celular e ligando para Dave.



— Hey, Gi! — Ele atendeu depois de um tempo. — Desculpa demorar em pegar o celular. Estacionei o carro para fazer isso. Tá tudo bem aí?
— Tá sim. O pessoal já pegou o avião?
— Já. Daqui a poucas horas, devem chegar ao Segundo Império. Já deixaram saudades, né?
— Muitas!... Mas escuta, Dave,... Tem uma moça aqui dizendo ser amiga de infância sua e de Axl: Samara Korgan. — “Pelo nome, deve ter saído de algum poço.”, ela pensou, maldosa.
— Não brinca!!! — A voz dele demonstrava surpresa e alegria. — A Sami tá aí?!! Não tô nem acreditando!!! — Ele disse, super animado.



Então Gizella apontou o celular para a moça, que tratou logo de fazer uma pose ao perceber que seria fotografada, e enviou a foto para Dave:
— Se a “Sami” for ela, sim, ela está aqui. — Gi disse, tentando não demonstrar a pontinha de ciúmes.



— É ela mesma!!! — Ele disse, feliz, após ver a foto enviada. — Olha, pode fazer uma salinha para ela até eu chegar? Sei que está cansada e tenho certeza de que os outros dois cabeções já dormiram...
— É... Eles arrumaram as coisas aqui comigo e foram pra cama deles. Mas relaxa. Eu dou atenção a ela sim.
— Obrigado, Gi! Você é demais! Daqui a pouquinho estou chegando aí!
— Então daqui a pouco a gente se fala. Beijo. — Gi desligou, meio na dela.



Então a tecladista se virou para a garota e disse:
— Ok... Informação confirmada. Prazer conhecê-la, Samara!
— O prazer é meu! E entendo você ter ligado. Não se preocupe.
— Não estou preocupada. — Gi sorriu, tentando esconder a antipatia que já sentia pela moça. — Vamos entrar?
— Claro! Me ajuda com as malas? Ficarei um bom tempo por aqui.
— Claro, claro. — “Não estou gostando nada disso...”, Gi pensou, sentindo uma má impressão sobre aquela visita inesperada.



Então, depois de ajudar Samara com as malas (que foram deixadas no quarto de Axl, que não acordou quando elas entraram), e de lhe mostrar toda a casa, Gi voltou com ela para a sala.
— Achei interessante o terreno lá atrás. Dá para fazer um belo jardim, uma bela horta, colocar essa planta lá fora para pegar um solzinho... — Samara disse.
— Essa planta tem nome: é a Tasinha. É do Axl.
— Entendo... Ele deve sentir muita falta do Duque, o cachorro dele que está com a vó. Eles quase vieram, mas ela precisou resolver algumas coisas lá, por isso me pediu para vir em seu lugar e arrumar tudo que eu ache que deva. Como você pode ver, ela confia muito em mim. — A moça sorriu.



— E o que “arrumar tudo que você ache que deva” significa exatamente...? — Gi perguntou, bem na dela.



— Mudanças estruturais na casa, reformas, essas coisas... Além disso, devo dizer à vó se eles estão bem acompanhados ou não. Sabe como é, né? Ficar de olho naqueles que eu considero família; protegê-los de más influências... — Sami respondeu, deixando no ar que o sentimento de antipatia era recíproco.
— Sei como é sim. — “E se você ousar atrapalhar meu lance com o Dave, você estará bem ferrada, mocinha!”. — Tenho feito isso desde que entrei na vida dos dois: afastado gentinha da vida deles.



Então as duas ficaram alguns segundos em um desconfortável silêncio, mas, para alívio de ambas, logo Dave chegou!
— Sami!!! Mas olha você aqui!!! Mas que saudades, moça!!! — Ele abriu um largo sorriso ao vê-la.



— Oi, Dave, eu e a... — Gi começou a falar, mas foi interrompida pela garota:
— Dadooooo, mas como você tá gato, menino!!! — Sami sorriu.



— E você está linda!!! Vem cá! Me dá um abraço!!! — Ele estava tão alegre pela visita inesperada que acabou se passando e não cumprimentou Gizella.



— Olha, a vovó me mostrou as mensagens que você tem enviado pra ela. Ela está morrendo de saudades de vocês, mas não pôde vir agora. Disse que ama muito vocês e que logo te liga novamente!
— Daqui a pouco ligarei para ela e direi que você já está aqui conosco e segura! Mas me diz: o que você está fazendo aqui? — Ele perguntou, contente. — Sei que você é bem ocupada!



— Então,... Vim te entregar a escritura deste local. A vovó finalmente conseguiu comprar este lugar para você e para o Axl. E isso graças à ajuda de Joe e Makena, que alugaram este galpão, fazendo o dono prometer só vendê-lo para nossa vovó amada e querida! — Sami sorriu.
— Eu tinha certeza de que isso era coisa dela!!! — Ele disse, entre feliz e, ao mesmo tempo, preocupado. — Como ela conseguiu a grana para fazer essa compra?
— Ela vendeu uma parte das terras que tinha...
— Não brinca!!! Mas a vó não devia ter feito isso...
— Ela ama vocês e acredita que a banda pode dar certo. E ela também me pediu para vir aqui e fazer as modificações que eu achar necessárias neste lugar, porque ela sabe que você e Axl não ligam para essas coisas.
— É, a gente não liga mesmo! — Ele riu.
— Licencinha, vocês precisam de mais alguma coisa? Estou bem cansada e já vou subir para dormir. — Gizella disse, após se aproximar mais dos dois; no fundo, super chateada por Dave não ter falado com ela ainda.



— Caramba, Gi! Me desculpa! Sei como você deve estar cansada. Na verdade, também estou. Mas te agradeço por ter ficado aqui conversando com a Sami até eu chegar. — Ele sorriu. — Sami, você vai se dar muito bem com a Gi! Ela é incrível!
— Vocês são namorados? — Samara perguntou, de supetão, deixando Dave meio sem graça. E a recém-chegada não tinha questionado Gi sobre isso, antes, por conta da falta de intimidade entre as duas, claro.



E Gi apenas olhou para a cara dele, curiosa, pensando: “Vai, ‘Dado’! Responde!”.
— Errr... Não! — Ele respondeu, bem sem jeito. — A Gi é nossa amiga, tecladista da Nordic Lhama e alugou um dos quartos daqui. — Ele disse, evitando olhar para Gizella.



— Então o gatinho tá solteirão, hein! — Sami riu; “Mas pela cara da tal da ‘Gi’, com certeza os dois estão ficando! Tô nem aí! Sei que tenho chances!”.
— Solteiríssimo mesmo! Esse aí não anda pegando nem gripe! — Gizella disse, olhando para Samara e segurando a indignação pela resposta dele.
— Gi!... — Ele ficou ainda mais sem jeito com as palavras da tecladista.



— Bem, queridos, preciso dormir. Bom dia para vocês que ficam. — Gi deu as costas e saiu dali.



— Escuta, ela parece que ficou um pouco chateada contigo... Vocês estão ficando, né? — Samara resolveu “jogar”, dando uma de “amiga compreensiva”.
— É,... Mas... As coisas não estão bem definidas... — “E agora que você chegou, Sami, complicou tudo...”, ele pensou, já meio abalado com a presença dela ali.



— Olha, não vim para causar problemas, Dado,...
— Não! Não viaja nisso, ok? Não é problema nenhum você estar aqui! Eu realmente estou muito feliz que tenha vindo!... — Ele sorriu. — Mas, escuta, Sami, eu estou muito cansado... Ontem teve apresentação da Nordic, depois rolou festa e ainda não descansei... E divido a garagem daqui com um amigo meu: o baterista da banda. Mas vou acordar o sacana. Eu e ele dormiremos aqui na sala e você pode ficar lá!
— Não seria melhor eu ficar em um hotel ou em alguma pousada? Não quero incomodar vocês...



— Nada disso! Vem cá! — Ele a abraçou forte novamente. — Você nunca vai incomodar!
Mas mal sabia ele que os próximos dias não seriam assim tão tranquilos como ele imaginava...





Um mês depois...
Em Willow Creek, na casa dos Blackwood.



— Meu nome é Ning Champuu. No momento, moro em uma casa simples em Oasis Springs, em um bairrozinho vagabundo. Agora, estou no único banheiro da casa e com essa câmera secreta no meu brinco, me gravando em frente ao espelho. Se você está assistindo esse vídeo, é porque decidi me vingar de meu amante: o famoso deputado Victor Feng.



— É ele quem paga esse barraco onde moro. — Ela mostrou uma foto do local. — Mas pretendo fazer com que ele me dê um apartamento em San Myshuno. E eu bem mereço isso, principalmente depois de ter descoberto que ele tem outro alguém além de mim e de sua esposa. E, por conta disso, minha vingança será lhes mostrar o discurso de arrependido dele quando enche a cara!



— Vocês ouvirão, da própria boca dele, quem é esse imprestável traidor!



A cena então a mostra caminhando para fora do banheiro.



Logo é possível ver Victor Feng em uma sala, perto de um bar.



— Oi, querido? — A voz de Ning Champuu. — Está se sentindo melhor?
— Do que está falando, mulher? Nunca me senti tão bem em toda minha vida! — A voz dele estava alterada e ele estava claramente muito bêbado.
— Não parece. Toda vez que você bebe, fica reclamando disso, se culpando por algo que sei que não fez, não é?... Você tomou um pouco de água com açúcar? Colocou a cabeça no lugar?...



— Minha cabeça está no lugar! — Victor então respirou fundo e virou o rosto para o outro lado; se apoiou um pouco no bar, tonto.
— ...Querido? — Ela o chamou.



— O que você quer, Ning? Por que não cala a boca e faz algo útil? — Ele disse, com grosseria, bebendo mais néctar.
— Você sabe que isso não lhe deixa muito bem! E você é um homem poderoso e bem-sucedido! Não tem motivos para afundar na bebida desse jeito!



— Do que adianta tudo que eu tenho se sou culpado pela morte dele?!! Eu matei o meu melhor amigo!!! — Sua voz bem embolada.
— Querido,... Como pode ter sido sua culpa?... Você não saberia como sabotar um avião. A culpa não foi sua. — Ela disse, como se quisesse acalmá-lo. Mas a verdade era que Ning já sabia exatamente o que ele diria em seguida, pois aquele tipo de conversa já tinha acontecido várias vezes entre os dois, sempre depois de ele ter bebido demais. No dia seguinte, ela sabia que o deputado não se lembraria de muita coisa.



— É óbvio que eu não fiz isso eu mesmo, sua jumenta!!! — Ele disse, com grosseria, quase gritando de tanta impaciência.
— Então você pagou alguém para fazer isso, é isso?
— Eu falei com alguém sobre ele... — Ele disse, com a expressão pesada, como se sua mente estivesse longe. — Sobre o Stein...
— Stein Refaeli? — Ela perguntou.
— Sim... O Stein era o único que tinha chances reais de ganhar a próxima eleição e de se tornar um Líder Nacional... Eu não teria chances... Então eu... — Ele deu um longo suspiro e tomou mais uma golada de sua bebida. — Então eu matei o único verdadeiro amigo que tive em toda minha vida... Eu sou o culpado pela morte dele... — Ele disse, sentindo-se doente; seu estômago embrulhando.
— Foi um acidente de avião, querido...
— O avião foi sabotado... Por isso ele caiu... Por isso Stein morreu... Tudo isso para... Tudo isso para eu ser eleito ano que vem, não ele...



Victor então se abaixou rapidamente e começou a vomitar. Depois que se levantou, entregou o copo para Ning e disse, com a voz ainda muito embolada:
— Agora encha essa porcaria com mais néctar e limpe esta zona no chão!

O vídeo acabava aí.



E Elenor já o tinha assistido várias vezes desde que pegou o pendrive correto no quarto de Axl. No entanto, ainda não o tinha enviado para a polícia, a pedido de seu misterioso contratante: o Sr. Shade.



Mas, naquela noite, isso iria mudar, pois Elenor já tinha descoberto mais informações que poderiam solucionar aquela história.



E o que mais a ajudou a analisar aquele caso, foi o fato dela ter descansado a mente quando, dias atrás, foi ao Segundo Império, onde esteve presente no lindo casamento de sua querida amiga Nelly*, e onde reencontrou sua nova amiga Carol Fagundes**; Elenor pôde relaxar e se distrair, o que a fez pensar melhor sobre as informações obtidas e a fazer o contato certo que proporcionou a descoberta de tudo.


* Nota 1: veja o lindo casamento de Nelly na história Casos Ainda Não Solucionados, de minha querida amiga e autora Denise Martins (obrigada pelo lindo crossover, Deni!); as 4 fotos dessa imagem foram feitas pela Deni no The Sims 2; Elenor está de vestido verde e Carol, de vestido vermelho. J

** Nota 2: Carol Fagundes é uma das lindas personagens da maravilhosa história Vermelho e Verde, de minha linda amiga e autora Andréa Freitas! Não percam!



— Sr. Shade, estou ligando apenas para lhe informar que já esperei tempo demais. É hora d’eu expor o Sr. Feng.
— Não foi o que combinamos, Srt.ª Blackwood. — A voz modificada do homem não permitia qualquer tentativa de reconhecimento vocal. — Eu preciso de mais tempo.
— Escute bem: há uma confissão no vídeo. Eu não sei o que pretende fazer nem qual é seu objetivo, mas eu sou uma policial, afastada, mas ainda sou. E já esperei tempo demais.
— O que temos são as palavras de um homem bêbado. Ele pode usar isso para dizer que apenas se sentiu culpado pela morte de Stein.
— Talvez, mas nós dois não somos os responsáveis por esse veredicto, Sr. Shade, mas um júri qualificado. E, de qualquer forma, depois desse escândalo, ele não será eleito nem para síndico de prédio. Além do mais, já me decidi. A hora é agora. Estou apenas avisando-o para que não seja pego de surpresa quando o vídeo dele estiver em todos os lugares.
— Tudo bem, Srt.ª Blackwood. Pelo pouco que aprendi sobre você, não será demovida de sua ideia. Mas descobriu mais alguma coisa sobre o caso?
— Sim. E breve o senhor saberá, pois estará em toda a mídia. Agora pode colocar o resto de meu pagamento em minha conta?
— Sim, Srt.ª Blackwood. E eu agradeço pelo serviço prestado. Qualquer coisa, entrarei em contato novamente. — Ele desligou.



E Elenor, anonimamente, tratou de colocar o vídeo em todas as redes sociais conhecidas. Em poucos minutos, a confissão de Victor Feng seria o assunto mais comentado em todo o Quarto Império!






No dia seguinte (sábado), à tarde, em Newcrest.
No Centro de Repressão à Violência.




— É isso, querido... — Marit tinha acabado de mostrar o vídeo (com a confissão de Victor Feng) para seu filho Nickollas, em seu celular (já que ele não podia usar o dele lá). — A polícia foi buscá-lo, mas ele está foragido... — Ela disse, com lágrimas nos olhos e a voz triste, a expressão abatida.



— Aquele desgraçado era amigo do papai. Ele estava sempre lá em nossa casa!... E ele matou o meu pai!... Ele matou o meu pai. — Ele repetiu, ainda mais cheio de ódio.



— Querido, ele será preso, meu amor! E depois enfrentará o Corredor Final por seu crime! — Marit tentou acalmar Nick.
— Se você tivesse me ajudado e usado a droga da sua advogada para evitar que eu viesse parar aqui, eu certamente poderia ir atrás daquele vagabundo, mãe!!! — Ele disse, extremamente irritado.



— Nick, querido,... Não seja injusto comigo... Você sabe o porquê de estar aqui!... Além do mais, como acha que estou me sentindo?... Você e Bella perderam o pai de vocês, mas não se esqueça de que eu perdi o amor da minha vida! Você sabe o quanto eu amava o Stein!... Como acha que me sinto por ter confiado no homem que matou o meu marido? — Ela começou a chorar novamente. — O inimigo sempre tão próximo e eu nunca desconfiei!... — Disse, sentindo-se culpada; sua voz mal saía.
Pois é! Porque é burra!!!”, ele pensou, optando por não falar isso.



— E a vagabunda da esposa dele? — Ele perguntou; a essa altura, Nick já deixava as lágrimas caírem também, mas de maneira mais contida. Chorava de raiva, de ódio por não poder pegar Victor Feng e ele mesmo acabar com a vida do deputado.
— Eu não sei sobre Lílian ainda. Vi algumas ligações dela no meu celular esta manhã, mas ainda não tive cabeça para responder. Mesmo porque não há nada que possa ser dito sobre isso... — Ela disse, sentindo-se muito mal.
— Não há mesmo. — Ele disse e se calou, muito frustrado por não poder fazer nada contra os Feng; pelo menos não ainda.



Então Marit respirou fundo, tentando se acalmar para passar força para ele:
— Mas eu gostaria que você ficasse tranquilo, meu amor! Breve você voltará para casa! E tenho certeza de que, até lá, Victor terá pagado pelo que fez. Toda a polícia está atrás dele!
— E como está a Isabella com essa notícia?... E ela não vai mesmo vir me ver aqui?
— Ela está muito abalada, como todos nós... Mas vamos todos ficar bem, Nick. Eu só quero que você tenha certeza disso, ok?... E claro que ela virá lhe visitar, mas você sabe que ela ainda está muito chateada com o que você fez àquele rapaz...
— Mãe, você vai aprovar o namoro da Isabella com aquele carinha?
— Já aprovei, querido. Ele é um bom rapaz. E eu quero que dê uma chance a ele, entendeu, Nick? E isso não é um pedido. É uma ordem.
— Beleza. Entendi. — Ele disse, contrariado.



— Agora, vamos mudar de assunto, por favor! — Marit pediu. — Já basta esses malditos repórteres atrás de mim e de sua irmã, a madrugada toda e a manhã toda, tentando nos fazer falar sobre tudo isso!
Ele respirou fundo:
— Ok. — Sabia ser frio quando necessário. — Sobre o que quer ouvir?
— Me conte sobre como foi essa semana aqui, querido...



Então Nick fez um breve relato de seus dias ali desde a última visita da mãe.
Não havia muito o que contar, pois tudo era muito igual, uma verdadeira rotina.



Todos os condenados ali acordavam ao som de uma sirene irritante, às 6h da manhã. E, em cada cela, havia uma bela janela que mostrava a paisagem lá fora. Pessoas do lado de fora do Centro não enxergavam nada lá dentro.



As celas eram individuais e continham: uma cama simples, de solteiro, uma pequena estante com livros, uma escrivaninha onde eles estudavam, pia com armário, espelho, vaso sanitário, chuveiro e um tapete. Eles tinham que manter suas celas limpas e arrumadas.





Eles tinham trinta minutos para escovar os dentes e tomar um banho.
Depois desse tempo, um dos guardas aparecia para levá-los dali.




A primeira parada era na cozinha. Todos os dias havia revezamento, com quatro detentos preparando o café-da-manhã, o almoço, o lanche e a janta.






Geralmente Nick ficava responsável pelo lanche, já que seus Bolinhos de Siri eram amados pelos prisioneiros e pelos guardas.



Seu amigo Trevon geralmente fazia o almoço; frequentemente (atendendo a pedidos), ele preparava uma macarronada com bastante carne moída e com um molho caseiro que era receita de sua família.



Enquanto Filipe fazia pão recheado para a janta e outro detento fazia o café-da-manhã, que tomavam com leite ou Shake de Proteína (esse último, sempre a escolha de Nickollas).





Depois que tomavam o café, um deles limpava toda a louça suja. Mas havia sempre rodízio e, por isso, todos tinham sua vez de fazer essa tarefa.



Em seguida, limpavam toda a cozinha.



Então era hora de cuidar das plantas do jardim.



Não que Nick ajudasse muito nessa hora...



Depois, eles retornavam para suas celas, onde tomavam um banho e eram obrigados a estudar por três horas. Toda sexta-feira havia avaliação e, caso eles não tirassem a nota mínima (sete), a pena era acrescida em uma semana. Por isso, todos se esforçavam. As matérias eram: “Educação Moral e Cívica”, “Organização Social e Política do Quarto Império”, “Constituição Federal do Quarto Império – Deveres e Direitos”, “O Direito à Legítima Defesa: Cidadão Armado é Cidadão Seguro” e, por fim, “As Leis e Penas do Quarto Império”. A ideia era que todos saíssem dali cientes sobre como um cidadão deve respeitar as leis para manter a ordem em sua sociedade.



Após o almoço, eles tinham uma hora de descanso em suas celas; em seguida, iam para a oficina, onde trabalhavam seis horas por dia (exceto no sábado e no domingo), para pagar pela estadia no Centro e para indenizar (por danos morais e/ou materiais) as suas vítimas.




Após o trabalho, praticavam meia hora de basquete.



E outra meia hora se exercitando ou aprendendo a tocar algum instrumento.



Nick praticava boxe todos os dias. E ele ainda não tinha se arrependido da surra que tinha dado em Axl. Na verdade, seu pensamento diário era que o seu erro foi não ter pagado alguém pra fazer isso por ele, pois se tivesse contratado “um maluco qualquer”, ele não estaria ali.





No final do dia, eles tinham duas horas livres no jardim, onde podiam jogar cartas, o jogo “Não Cai, Lhama!”, xadrez, ou fazer Yoga ou meditar.



Na semana anterior, no sábado, depois de sua mãe ter ido embora após falar com ele, Nick recebeu, como sempre acontecia desde sua chegada naquele lugar, a visita de Jade Taylor, sua namorada “oficial” (já que ele ficava com várias gurias nas festas aonde ia, comportando-se como um solteiro). Mas a “conversa” entre os dois foi bem tensa... E claro que ele não mencionou isso a sua mãe.
— Você tá me achando com cara de idiota, Jade? Você vem aqui me ver, vestida como uma vadia, e você quer que eu acredite que você não está indo para as festas sem mim? — Ele não falava alto para não chamar a atenção do guarda que estava no recinto. — Escuta: se eu descobrir que você está saindo sem eu saber, você vai pagar muito caro por isso, você está entendendo?!! E eu espero que você saiba que, se eu terminar com você, vai ser muito difícil você encontrar um outro cara do meu nível! Ainda mais porque você não é nenhuma modelo, né? Convenhamos! Então vê se anda na linha senão o trem te pega, me escutou?



— ...Me desculpa, ok?... Eu sempre me arrumei para te ver!...
— Não como uma vagabunda!
— Nick,... Não fala assim!... — Ela pediu, quase chorando; gostava muito dele e, no início do namoro, ele não a tratava desse jeito, pelo contrário: no começo, ele era um verdadeiro cavalheiro! Só que, quando ele começou a mostrar “as garrinhas”, ela, por amor, iniciou um processo de criar desculpas para as grosserias dele; e, agora, Jade pensava que talvez ele estivesse mais estressado (do que o normal) porque estava naquele Centro; e “visita íntima” não era algo permitido no Quarto Império, para preso algum! Apesar de que havia uma minoria barulhenta que lutava para dar mais “direitos”, como esse, aos detentos. Felizmente, para sorte daquela nação, a maioria dos cidadãos, cumpridores das leis, tinha bom senso.
— Vai pra casa agora! Sábado que vem, vê se aparece vestida de uma forma decente, escutou? Porque se você aparecer assim novamente, vai ter que ir atrás de outro namorado! E duvido que ache algum que te dê valor como eu te dou!
— Nick, não fala assim comigo, vai!... Vamos conversar, amor!... — Ela pediu, sentindo-se bem para baixo com tudo que tinha ouvido dele, mas se sentindo a culpada pela situação.
— Beleza. Fala então! — Ele respondeu com rispidez.
E os dois ficaram mais um bom tempo “conversando” nesse nível, com ela se explicando e jurando que não estava saindo sem ele; até que ficaram “de boa” novamente, apesar do clima pesado. Era um relacionamento bem complicado e tóxico.



No mais, sobre entretenimento: celular e internet não eram permitidos para os detentos. Um equipamento bloqueava os sinais. Por isso, principalmente, eles sempre tinham o que fazer.




E todos os dias, à noite, havia uma hora reservada para os tratamentos em grupo; o da turma de Nick era com um psicoterapeuta especialista em gerenciamento de raiva: o Dr. Graham Harrison.
Nick não suportava as conversas dele!



Assim como não suportava o fato de que a maioria dos livros ali era sobre temas de autoajuda!



Ele definitivamente não aguentava mais aquele lugar e mal via a hora de poder sair novamente para suas festas com seus amigos!
Aparentemente, ainda não tinha aprendido alguma lição.



— Então é isso, mãe. Esse é o resumo da minha semana. Está tudo tranquilo por aqui, já que meus dias são tediosos, insuportáveis e cheios de regrinhas estúpidas.



— Só não se esqueça de uma coisa, Nickollas! — Ela se irritou. — De que você está aqui por escolha sua! E espero que nunca mais venha parar neste local ou, pior, em uma prisão mesmo! Espero que esteja aprendendo com o seu erro.



— E eu também espero o mesmo, mãe: que você tenha aprendido a ser mais esperta e que pare de confiar nas pessoas, porque foi esse seu comportamento estúpido que matou meu pai. — Ele disse, sem olhar para ela, apesar de ter, logo em seguida, se arrependido imediatamente por ter expressado o que pensava sobre isso.
E Marit, chocada e com os olhos marejados, apenas engoliu o choro; e, depois de alguns segundos em silêncio, recompondo-se, apenas disse:
— Foi bom ver que você está bem, meu filho. Se cuide direitinho e não se preocupe com a academia. Coloquei gente confiável tomando conta de lá, além do administrador. Sábado que vem, estarei aqui novamente. Até lá, pense sobre sua capacidade gigantesca de machucar as pessoas que lhe amam. — Ela então se levantou e saiu.




E Nick engoliu em seco. Naquele momento, soube que tinha ido longe demais.




Naquela Noite.
Na San Myshuno Fitness, a academia de Nick.




Duas semanas atrás, quando ouviu, por Isabella, que o Batera praticava Boxe e que era muito bom nisso, Marit ofereceu um trabalho para ele como treinador, na academia de seu filho. Obviamente o rapaz aceitou de imediato, genuinamente despreocupado com a futura reação de Nick, quando esse soubesse que ele agora estava empregado ali! Assim, de segunda a sábado, e apenas no turno noturno, o baterista da Nordic Lhama estava no local, até às 21h.
Naquela noite, tinha acabado de dar sua última aula e conversava com Dave, já que, dali, os dois sairiam para curtir um pouco em um bar, com mais alguns caras, amigos deles.
— Escuta, Dave: já avisei Bella, Axl e Gi sobre o festival onde tocaremos. Precisamos apenas ensaiar as duas músicas novas. — Josh Batera disse.



— Beleza, brother. — O baixista respondeu, desanimado.
— Que cara é essa, man? — Joshua até riu.
— Gi e Sami. Você tá ligado que tem um mês que a Sami está morando com a gente e o clima lá em casa não está dos melhores, né?
— Tô ligado sim. Mesmo porque você não está nem tomando um gelo da Gi, véi; você está tomando um iceberg! — O Batera caiu na risada.
— Não tô achando a mínima graça! — Ele reclamou. — As duas se odeiam. E a Gi está jogando todo esse ódio em cima de mim: está me ignorando, sempre dá desculpinhas para não conversarmos... E está fazendo eu me sentir um canalha!



— Bem, talvez você tenha sido mesmo um c#z@% com ela! Já pensou nessa possibilidade?... Véi, até eu achei que você estava curtindo à sério a Gi, man. Até eu achei que ia rolar um pedido de namoro e essas paradas. Imagina ela!... E, tipo, o que me parece é que você deixou a Gi criar expectativas, saca? É por isso que eu gosto de jogar limpo logo no começo: aviso de primeira que não quero compromisso e pronto. Fica comigo se quiser.
— Cara, mas eu tinha pensado mesmo em pedir a Gi em namoro.
— Mas...?
— Mas a Sami apareceu assim, do nada, e me deixou todo confuso!
— Explica aí, véi.



— É complicado, Batera. A Sami tem toda uma história comigo... E agora eu me sinto dividido, entende?... Eu gosto demais da Gi! Mas a chegada da Sami mexeu comigo.
— Tá, mas me explica uma coisa: se você gosta tanto da Sami, por que não correu atrás dela antes?
— Porque, quando terminamos, ela começou um namoro com um sujeito do Terceiro Império e foi morar com ele lá em Appaloosa Plains. Mas agora ela retornou, está solteira, continua gata, e está morando com a gente a pedido da minha avó...



— Entendi... Mas, sei lá, cara,... — Joshua suspirou, socando mais uma vez o saco de pancada. — Então se você curte a Sami, foca nela. Mas conversa com a Gi antes. Até para não ficar esse climão entre vocês, né? E outra: a Gi não me parece o tipo de pessoa que viraria a cara para você só porque você não quer mais ficar com ela. Alguma tu aprontou, cara.
— Acho que ela não gostou da maneira que eu a apresentei à Sami. Mas eu fui pego de surpresa! Eu não soube como agir, man!...
— Entendi... — Josh disse. — Mas olha, véi, eu só sei de uma coisa: você precisa resolver isso. Você não pode deixar as duas nesse climão por tua causa, saca? As duas vivem se ignorando na casa; e, quando se batem, discutem. Isso tá bem chato, man... Esses dias, eu estava na cozinha; tomei uma água e parei para admirar a vista, olhar o mar... Por sinal, curti demais aquelas janelas que a Sami mandou colocar ali. Daí, do nada, as duas passaram discutindo alto! Foram para o quintal.





— As gurias brigaram feio, véi! — O Batera disse, como quem ainda estava impressionado com a cena que viu. — A Gi não gostou da Sami ter plantado a Tasinha sem falar com o Axl antes. Algo assim; não ouvi muito bem. — Joshua suspirou. — Era uma apontando o dedo na cara da outra! Daí eu dei umas batidas na janela para chamar a atenção delas. Elas fecharam a cara para mim, mas se afastaram. Eu tava vendo a hora as duas se atacarem ali!



— Eu preciso resolver isso, Batera. A culpa disso tudo é minha! — Dave disse.
— Sei não, cara... Que você realmente precisa conversar com elas, eu concordo; mas, talvez, independente de você, elas duas não tenham ido uma com a cara da outra. Acontece. Essas paradas de antipatia gratuita, saca? Tipo eu e o irmão da Bella. A gente não se bate. A gente nunca se deu bem; mas a gente se respeita, porque ele sabe que de mim ele pode apanhar. Então a gente não se fala.
— E você aqui trabalhando na academia dele...



— Mas não trabalho para ele. Quem me colocou aqui foi a mãe dele; então, só ela para me tirar. — Josh disse, de boa. — Mas vamos nessa que já tá na nossa hora, né? Os caras já devem estar chegando ao bar.



— Vamos nessa sim! — Dave disse, dando um soco com mais vontade; decidido a resolver seu problema e ter uma conversa sincera com Gizella.





Enquanto isso,...
No Quarteirão das Artes.




Axl, novamente sem emprego, agora tocava quase todas as noites nas ruas de San Myshuno; e já havia até algumas fãs que, de vez em quando, faziam questão de assistir as apresentações solo dele.



— Axl, toca de novo aquela: ♫ Toca o telefone, diz que me ama! ♫!!! Aquele seu vídeo cantando isso no Simtube da Makena é maravilhoso!!! — A garota disse, com um grande sorriso no rosto.



— Querida, ele só toca tosqueira quando bebe muito néctar, não sabia?! Além disso, ele até foi muito legal e já tocou DUAS vezes essa porcaria para você, garota! Agora é a vez da Betty pedir uma canção de verdade! — A moça de cabelos presos então se virou para a amiga, ao lado dela, e disse: — Vai, garota! Pede algo massa aí para nosso gato da Nordic!!!
— Axl, pode tocar sua versão de “Kiss from a Rose”? — A guria pediu, sem tirar os olhos dele.




— Mas é claro!!! — Ele respondeu com um sorriso e então começou a cantar seu cover daquela canção.


[Música de Cena: Pellek – Kiss from a Rose (metal cover)]




E sua interpretação era cheia de sentimento, de paixão, com sua bela voz refletindo tudo isso. Era impossível alguém passar e não se render à presença dele; pois os movimentos de seu corpo, a maneira com que sua guitarra era tocada, o jeito com que ele criava um elo com seu público, tudo isso lhe fazia passar uma aura de uma estrela da música!



— Amiga, pelamor, me diz que esse homem tá solteiro!
Betty riu: — Ainda não, mas tô na fila, querida!!!



Assim, depois que ele finalizou sua apresentação, tirando o chapéu, elas se juntaram para tietá-lo.



Eram fotos.




Abraços, autógrafos,...



E mais fotos!



E apesar dele sempre dar atenção aos “fãs”, ele sempre tinha o cuidado de fazer isso com muito respeito, principalmente porque não queria dar margem a fofocas que pudessem magoar a namorada, que estava sempre em sua mente e coração.



Seu celular então tocou. E Axl, por segundos, achou que fosse sua amada; mas não. Era a mãe dela: Marit.



— Sogriiiita! — Ele a chamava assim, no lugar de “D. Marit”, “sogra” ou “sogrinha”, mas ela amava aquela informalidade dele! — Boa noite, boa noite, tudo bom? — Ele sorriu.




— Boa noite, querido. Desculpe ligar uma hora dessas, mas é importante... Você está muito ocupado agora?...
— Pra senhora, nunca estou ocupado! Pode falar! — Ele disse, com simpatia.
— Axl, foi exposta em toda a mídia, hoje, a ligação de um “amigo” da família com a morte do meu marido... E, claro, estamos todos abalados com isso... Mas não posso deixar de ir a um importante compromisso hoje no museu de Oasis Springs... — “Por mais que eu queira!”, ela pensou.
— Nossa! — Ele disse, meio surpreso ao ouvir isso, mas ainda sem entender muito bem aonde ela queria chegar.



— Então, querido,... É que a governanta, que tínhamos contratado, pediu demissão anteontem, por motivos pessoais dela, e... Eu entrei no quarto de Bella e achei que ela estava bem triste... Será que você poderia vir para cá? Você pode dormir em um dos quartos de hóspedes, Axl. Se você me prometer que vão se comportar...
— Se comportar? Mas claro! — Ele entendeu isso como simplesmente “não fazer bagunça”, não exatamente como ela quis dar a entender.






— É que eu não gostaria que ela ficasse sozinha em casa, Axl... Foi bem devastador, para todos nós, saber que um amigo tão próximo teve algo a ver com... Com o que houve com o pai dela e de Nick, com o meu Stein...

* Nota: um muuuuito obrigada a minha querida amiga Déa (Andréa Freitas) pelas lindas fotos de Axl e Bella feitas no The Sims 2 e que me possibilitaram fazer esses dois lindos quadros que agora enfeitam o quarto de Isabella! Muuuuuito obrigada, Déa!!! :) S2



— Eu entendo perfeitamente, sogrita. Mas não se preocupe! Já estou indo aí!
— Já avisei aos seguranças que você pode entrar aqui em casa. Reforcei a proteção porque os repórteres não estão dando trégua. E só não coloco um guarda-costas perto de Bella agora porque acho que o apoio de alguém mais próximo dela poderia ser mais efetivo.
— De alguém mais próximo dela? Ah, não, Marit! Mas eu sou o namorado dela! Eu que deveria ficar ao lado dela! — Ele reclamou, meio sentido.
— Querido, calma! — Ela até riu. — Esse “alguém mais próximo” é exatamente você. Por isso estou lhe ligando, Axl!
— Ah, tá! Desculpa! — Ele riu, meio sem graça com sua confusão.
— Onde você está? Vou mandar a limousine lhe pegar.
— Não precisa, sogrita. Estou no Quarteirão das Artes. Aqui perto tem um ponto de táxis. Já pego um e logo chego aí! Não precisa se preocupar. — Ele tinha conseguido gorjetas o suficiente para pagar isso.



— Ok, querido. Muito obrigada! Preciso ir agora. — Ela então desligou, mais tranquila.



Já Axl ainda tentou ligar para a namorada, mas ela não atendeu.



Então ele deixou suas coisas nas mãos de um amigo que apareceu por lá, um artista de rua também, e correu.



E, para sua sorte, um táxi acabava de chegar.



— EIIIIIIIII!!! AQUI!!! EUUUUUU!!! PODE PARAR?!! EU TENHO DINHEIRO!!! – Axl gritou para o motorista, sorrindo e acenando com uma mão; super feliz porque sabia que suas moedas eram suficientes para pagar aquela corrida.
E o vocalista nem percebeu alguém ali de olho nele...



Axl Logan Dwayne... Finalmente eu te encontrei!”.




[Continua...]




Obrigada, amigo Simmer, por acompanhar minha história!
Deixe seu comentário abaixo!
Tenha uma ótima semana! :)



Onde baixar os Sims e lotes usados nessa história:

SIMS:
Gizella Reeves: Kat Pat, by 12mich06;
Josh “Batera” Adler: Oh Cabana Boy!, by MagicBlueDragon;
Isabella Refaeli: Tammy Nunes, by Fantaflip;
Marit Refaeli: Blonde Beauty Contest ♥ (“Bridget Sanford”), by cutekittengirl (como ela não está mais disponível na Galeria, eu a upei – com os devidos créditos – em minha conta isarpgista);
Nickollas Refaeli: Frederek Olofsson, by Barn_Vuur;
Elenor Blackwood (Emily Parker): Angelia Berluscono, by roxan345;
Ning Chanpuu: Zhang Ziyi, by maudhuy;
Samara Korgan: Chic :3 NoCC (Jada Johns), by BobSkellington12;
Policiais do Centro: Police, by Phesq247;
Detentos do Centro: Prisoner, by Galar87;
Amigo de Nick: Filipe Marchiori: Sexy Guy Nocc, by BobSkellington12;
Amigo de Nick: Trevon Hallmiton: Jason Nocc, by wondercarlotta8;


LOCAIS:
Residência “O Depósito”: Grungy Warehouse, by MaxisCreator_01; a versão de minha história está AQUI;
Centro de Repressão à Violência: by isarpgista;
Casa de Ning em Oasis Springs: Chapada Movediça V2, by isarpgista;
Casa da família Blackwood: by isarpgista;
Academia SM Fitness: by isarpgista;
Galeria Casbah – Refaeli: by isarpgista;
Exposição na Galeria: Japanese Blossom, by Eevam;
Cobertura dos Refaeli: Luxus Penthouse, by bethowen111; a versão usada em minha história (com minhas modificações), encontra-se em isarpgista, como Refaeli’s Penthouse;


OUTROS:
Cartaz da Academia do Nick: by isarpgista;
Guitarra do Axl: by Andrea Freitas;
Cabelos (Maxis Match):
Cabelo Kiara Zurk (usado em Gizella);
Cabelo Cabelo Yui (fonte) (usado em Gizella);
Cabelo Nightcrawler Lydia (usado no Batera);
Cabelo Chanell (usado em Isabella).



Obrigada a todos criadores!
Thank you to all creators!