sábado, 22 de setembro de 2018

Axl Logan - 26 - Preciso Saber / Preciso Contar



Essa é a história de um Sim chamado Axl Logan.
Acompanhe aqui suas aventuras (e desventuras)!

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ATENÇÃO, AMIGO (A) SIMMER! DÁ UMA LIDA AQUI:

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Axl Logan
Livro II
Despertando

Capítulo 26 – Preciso Saber / Preciso Contar


Resumo do capítulo passado: Axl sai para conhecer a bela vila de Selvadorada; o vocalista recebe um e-mail onde alguém afirma que sua mãe e irmã se encontram fazendo uma pesquisa em um templo, na selva de Belomísia, por três dias; Axl contrata o guia Toni Puentes para levá-lo até elas; Gi finalmente decide marcar um encontro com “Midas”; Nick convence Isabella de que é mais seguro que ele mesmo vá ao templo com o vocalista, noivo da irmã.



Pouco mais de cinco meses atrás.
Em Forgotten Hollow.




Haesel e Melissa passaram dois dias trancadas naquela casa, sem eletricidade e sem ter muito o que fazer. Continuavam não se lembrando completamente das coisas e Hae preferiu não contar ainda à amiga sobre as poucas memórias que vieram a sua mente enquanto dormia.
Usavam umas roupas velhas que as duas pensavam pertencer provavelmente ao dono da casa onde estavam e tentavam ser o mais discretas possível para não serem notadas ali pela vizinhança.



— Não aguento mais ficar aqui neste lugar sem fazer nada. — Haesel suspirou, entediada. — Sinceramente? Tô quase abrindo aquela porta e indo atrás da polícia, como você queria!
— Hae, não foi você quem me convenceu de que isso é uma péssima ideia? — Melissa suspirou. — Vamos ficar aqui até nos lembrarmos de tudo, ok?
As duas tinham esses momentos em que a decisão de pedir ajuda aparecia desesperadamente. Mas tinham combinado que quando uma caísse, a outra seguraria a onda.



— E se a gente não se lembrar de nada mesmo, Mel? Vamos ficar nessa até quando, hein? Até...
Então elas escutaram um barulho de carro estacionando na frente da casa.
— Ai, pelo Grande Prisma, Hae! Alguém parou aí! Será o dono desta casa?!!



— Ok! Sem pânico!... Você vai até a porta de trás e fica de sobreaviso: eu vou ver quem chegou aí e, se eu gritar, você sai de fininho e depois corre o mais rápido que puder, combinado, Mel?
— Você é louca? Não vou te deixar aqui sozinha com sei-lá-quem!
— Vai sim! Porque, se necessário, em caso extremo, você vai correr daqui e aí sim vai pedir ajuda, certo? Agora, vai!




Mesmo não gostando nada da ideia, Melissa posicionou-se perto da porta. O coração acelerado.



E Haesel ainda tentou ver, pela janela, quem tinha chegado ali. No entanto, além de elas serem muito estreitas, também estavam bem sujas.




Vamos lá, Hae! Vamos lá! Pelo menos é emoção, algo para fazer, garota!”, ela respirou fundo, indo até a porta da frente.




— E aê, Hae! Sou eu! E caso não se lembre: Wolfgang Quitutten Munch.
— Não me lembro de você. — Ela disse, fria.
— Eu imaginei que não se lembraria. — Ele suspirou, mas parecendo bem tranquilo. — Olha, eu que trouxe você e Melissa pra cá. Só peço desculpas por não ter retornado antes. Mas, bem, aqui estou. Trouxe as coisas que você me pediu para trazer e também a parte final do antídoto que vai ajudar vocês duas a se lembrarem de tudo.




— Parte final do antídoto? — Ela perguntou, tentando não demonstrar muito sua confusão.
— Sim. E trouxe pizza e refris também.
— Pizza? É de pepperoni?
— Nops. — Ele a respondeu.
— Aff... — “Epa, Hae! Não é hora de pensar com o estômago!”, ela pensou, ralhando a si mesma. — Vou te deixar entrar, ok? Mas quero deixar claro que não é por causa da pizza, mas porque preciso de respostas.
— Beleza. — Ele sorriu.
— Mas vai ter que entrar pelos fundos porque não tenho a chave desta porta e...
— Eu tenho. Posso? — Ele puxou a chave e a olhou.
Ela assentiu, ainda um pouco desconfiada, mas curiosa.
E logo Haesel, Melissa e Wolfgang estavam sentados à mesa, depois de ele ter carregado algumas das caixas para os quartos onde as duas estavam dormindo e de ter deixado algumas ali mesmo na sala (para subi-las depois).



— Vou tentar resumir, ok? Neste envelope aí tem uma carta escrita à mão por você, Haesel. E nesses recipientes de alumínio tem a parte final do antídoto que vai limpar do organismo de vocês, de uma vez por todas, o veneno que vocês tomaram lá em Selvadorada.
— Selvadorada? — Haesel arqueou uma sobrancelha.
— Tomamos veneno?!! — Melissa sobressaltou-se.
— Lê aí o que você escreveu, Haesel. — Wolfgang pediu. — E nesse pacote aí ao lado há alguns documentos e fotos. Ah! Antes que eu me esqueça: só ontem eu consegui resolver a questão da eletricidade desta casa para vocês, como combinado. Hoje à noite, tudo já deverá estar funcionando de boa por aqui.
E Haesel então abriu o envelope e leu a nota que estava dentro dele: “Wolfgang é confiável. Bebam logo o antídoto, caramba! Ass.: eu, Haesel.”.



— Ok, Mel. — Haesel olhou para a garota. — Pode parecer estranho, mas reconheço a letra: é minha. Sei disso. Além do mais, eu falaria exatamente assim comigo mesma. Vamos tomar logo esse antídoto aí.
— E se for um truque? — Melissa perguntou, ainda desconfiada.
— Eu não iria bater na porta trazendo pizza de quatro queijos, né? — O rapaz disse, olhando a ruiva.



— Ok, Mel. Vou beber primeiro, ok? Para você ver que está tudo bem. — E Haesel então fez isso.




— Quanto tempo para isso fazer efeito? — Haesel perguntou ao garoto.
— Depende de cada organismo. — Wolfgang respondeu.
E Melissa tomou o antídoto dela também.



— Tá, garoto. Agora fala tudo que você sabe. — Haesel disse, sentindo-se um pouco mais animada do que o normal, por conta do líquido ingerido.
— Tudo começou quando você entrou em contato comigo, no começo de novembro do ano passado. Você me pediu ajuda, disse que me pagaria bem e isso me convenceu, Hae.
— Ajuda para quê?
— Para escapar de uma tentativa de assassinato. O irmão da Melissa, Troy Myers, tentou matar vocês duas.



— M-m-m-meu irmão?! — Melissa gaguejou, assustada com o que ouviu. — Eu ainda não me lembro dele e...



— Claro que não se lembra! Ainda. Você acabou de tomar o antídoto. Precisa de um tempinho para isso fazer efeito, ok? Quando não mata, Fogomila mexe com a mente e com o corpo. — Ele disse.
— Fogomila? — Haesel repetiu o nome, confusa.
— É o nome do veneno que Troy deu pra vocês.
— Onde posso ver a cara desse Troy Myers? — Haesel perguntou, séria.
— Tem umas fotos aí no pacote. — Ele disse.
Haesel então se pôs a olhá-las com Melissa.



— Essa é minha mãe! — Haesel reconheceu a bela mulher de vestido azul.
— E esse é meu pai! — Melissa sorriu ao ver o homem de chapéu.
— O Troy é esse ruivo aí. E o pai de Troy e Melissa era o Sr. Branson Myers. Ele foi casado com sua mãe, Haesel, a Sr.ª Grace Myers.
Mas eu já sei que o nome verdadeiro da minha mãe não é esse! É Kyra Dwayne!”, Haesel pensou, mas preferiu nada dizer sobre isso por enquanto.



— Por que ele disse “era”? Como assim meu pai “era”?
— Porque nossos pais estão mortos, Mel. Tanto o seu pai quanto a minha mãe. — E Haesel se lembrou de uma conversa.




Quatro anos atrás.
Em Willow Creek.



— Kyra Dwayne?! Seu nome verdadeiro é Kyra Dwayne, mãe?!! Eu tenho um irmão e você só me conta agora?!! — Haesel estava indignada. — Eu cresci achando que meu pai tinha nos abandonado e foi você quem o abandonou e deixou um filho para trás?!!
— Querida, eu queria outra vida. O seu pai, o Markus, era um sonhador, alguém cuja única ambição na vida era fazer sucesso com a banda que tinha, a “Mylant”. Eu nunca teria chegado aonde cheguei sem o Branson. E se hoje vocês têm este estilo de vida, é porque eu e o Branson fazíamos o que tinha que ser feito.
— O Branson era líder da máfia local, não era? Foi a vida de crimes que nos deixou assim, ricos, não foi? Eu cresci ouvindo os rumores e você sempre os negou! Era tudo verdade, mãe, era?!!



— Era...
— Pelo Grande Prisma! Que vergonha!... — Haesel começou a chorar. — E eu sempre defendi tanto vocês!
— Haesel, eu sinto muito, querida.
— E você largou seu marido e seu filho por ambição, mãe?!! E por que não me largou? Por que ficou comigo? Ou você também quis me largar?
— Filha,... Eu nunca quis largar você. — Kyra mentiu; ela não quis contar para a filha que Brenson foi quem insistiu para que a bebê fosse criada pelos dois, junto com Troy e Melissa (Troy era uma criança e Mel também era uma bebê na época). A ideia inicial de Kyra, assim que teve Haesel, era dar um jeito de fazer a recém-nascida chegar a Markus para que ele a criasse.
— E por que você está me contando isso tudo agora, mãe?!!



— Porque eu... — Então Kyra falou bem baixinho: — Eu guardei muuuuitas barras de ouro em um local secreto, filha. Dentro desta caixa está a metade do mapa e metade da senha. No entanto, ela só pode ser aberta por uma chave feita especificamente para essa fechadura. Qualquer tentativa de abri-la, sem ser com a chave correta, aciona um explosivo.
— Como é que é?!! — Haesel olhou para a mãe, sem acreditar no que ouviu. — Então você está me entregando literalmente uma bomba?!! Que maluquice é essa, mãe?!!
— Me escute, Haesel! A sua chave, que está aqui dentro deste bracelete branco, abre a caixa que enviei meses atrás para seu irmão*. E a chave que está dentro do bracelete que enviei para ele, abre a sua caixa.
— Mãe!!! — A garota a olhou, sem acreditar no que ouvia.
— E, bem, Axl não deve ter me perdoado, pois nunca respondeu minha carta. Mas tudo bem. O que você precisa saber, e quero que preste MUITA atenção nestas palavras, é que: as duas caixas, abertas, levam até uma fortuna gigantesca! Entendeu? — Ela olhou, bem séria, para a filha.




* Nota: no Capítulo 13, quando a detetive Hannah Chase entra no quarto de Axl Logan e encontra o bandido Cabello lá dentro, você pode ver a caixa que Kyra enviou ao filho na estante dele.



— Eu não quero a sua fortuna roubada, produto de crimes!!!
— Me escuta, Haesel! Presta atenção: junto com o ouro há uma lista com os nomes de todas as empresas e pessoas que roubei e prejudiquei até hoje. E a lista é loooooonga! Quero que use esse tesouro para mudar a vida delas. É a minha forma de me redimir com todas as minhas vítimas. — Isso de “lista” era uma mentira de Kyra. Ela queria apenas dar um motivo para que a filha fosse atrás de toda a riqueza que ela tinha juntado. Ela acreditava que, assim que visse a quantidade enorme de ouro, Haesel e Axl certamente ficariam com tudo, do jeito que ela queria.
Haesel ficou séria, calada, olhando-a, como que tentando descobrir se as palavras da mãe eram reais, sinceras.
— Mas tem uma coisa que você precisa saber, Hae: o acidente de carro que matou meu Branson e essa minha doença foram causados por alguém.
— Como assim?!... — Ela perguntou, confusa.
— Alguns anos atrás, eu e Branson recebemos uma carta anônima. Nela, algum Sim jurou se vingar de nós dois, culpando-nos pela morte de um ente querido.
— Vocês mataram alguém?!
— Claro que não! — A resposta verdadeira era positiva, mas Kyra preferiu, novamente, mentir.
Haesel suspirou, aturdida com tudo que ouvia:
— E vocês contaram isso para a polícia? Pediram ajuda?
— A polícia? Gente que anda fora da linha não gosta de polícia, querida! — Ela riu; mas logo ficou mais séria, ao ver a cara de reprovação e decepção da garota. — Escute: não fique assim, ok?... — E, mesmo com muita dificuldade por conta de sua saúde já muito abalada, Kyra levantou-se, dizendo: — Vem cá. Dê um abraço aqui na sua mãe, meu amor!...



A garota, ainda em lágrimas, mas em um choro mais controlado, se levantou e abraçou a mulher, que lhe disse:
— Eu lhe peço perdão por ter lhe escondido isso tudo, Hae, mas certas coisas não são fáceis de serem ditas. Eu espero que me perdoe por isso... Agora apenas me prometa que você vai cumprir meu último desejo.
— Que último desejo, mãe?! Não fala assim! — Ela reclamou.
— Querida, logo estarei perto do meu Branson novamente. Eu sei disso. Então eu preciso que me prometa que vai encontrar seu irmão, Axl Logan Dwayne, e que, juntos, vocês irão encontrar meu tesouro. Prometa, Haesel!
— Por que simplesmente não me diz onde essa porcaria está e resolvo tudo?
— Porque eu posso lhe afirmar, com toda a certeza, que a criatura responsável pela morte de Branson, e pelo que vai acontecer comigo, também está atrás de tudo que guardei e provavelmente vai querer ferrar você e meu filho Axl. Então vocês precisam cuidar desse assunto antes de chegar até meu ouro.
— Nada vai acontecer com você, mãe, ok?!! — Ela queria acreditar nisso.
— Haesel, prometa que vai atrás de Axl e que vai descobrir quem aprontou comigo e com Branson! Pro-me-ta! E também diga a seu irmão que peço perdão por tê-lo deixado... e que o amo muito e que sempre pensei nele, apesar de não ter feito as escolhas certas... Prometa.
A garota, muito nervosa e abalada com a fragilidade da mãe e com tudo que ela tinha lhe contado, respondeu, trêmula:
— Eu... Eu prometo.



E Haesel então ficou mais um longo tempo no quarto, ao lado de sua progenitora, cuidando dela. Mas Kyra não passou daquela madrugada.



Grace Myers (ou melhor: Kyra Dwayne) foi enterrada, no dia seguinte, ao lado do marido e companheiro de crimes (Branson Myers).







— Ok! — As memórias de Melissa retornavam mais lentamente. — E por que meu próprio irmão tentaria me matar?
— Eu só sei que ele é um psicopata. — Wolfgang disse, tenso, enquanto Haesel olhava mais fotos, tentando se lembrar de mais alguma coisa.






— Algo aconteceu com Troy... — Haesel disse. — Um tempo depois da morte do pai de vocês e da minha mãe, ele mudou completamente: passou a andar com aquela turma que finge ser “vampiro”, só saía à noite e usando aquelas lentes estranhas... Se fosse só isso, tudo bem. Poderíamos aceitar um estilo de vida diferente, excêntrico. Mas o problema foi ele ter começado a dizer que queríamos tirá-lo do caminho e dividir o patrimônio da família só entre nós duas e dar “um golpe” nele.
Haesel então se lembrou de um momento.






— Mel, estávamos tão preocupadas que um dia entrei no quarto dele para tentar descobrir se ele estava mesmo usando alguma coisa ilícita. E daí vi aquele livro: “O Compêndio Definitivo dos Vampiros”.
— É verdade. Você me contou sobre esse livro! — A memória de Melissa também ia retornando.



— Comecei a folheá-lo e fiquei assustada com as descrições e riquezas de detalhes de rituais bizarros, de poderes vampíricos, essas coisas. Mas tudo bem! Até então era apenas um livro assustador. Nada de mais.





— Mas então o Troy entrou no quarto e me pegou lendo o tal livrinho dele!... Cara, ele pirouuuuuuuu comigo! Gritou mesmo, meteu o dedo na minha cara!
Melissa e Wolfgang apenas a escutavam, atentos.



— E eu me exaltei também! Falei que não havia motivos para ele gritar comigo por causa de uma bobagem de livro, que ele estava passando dos limites!




— Daí ele falou algo que não gostei e meti a mão na cara dele. — Haesel mentiu, sem querer dizer o que realmente tinha acontecido.
— Eu lembrei! — Melissa falou. — Você disse que ele te chamou de “adotadinha”, de “abandonada pelo pai”, como ele fazia quando éramos crianças e ele ficava bravo contigo.
— Isso. — Haesel ficou em silêncio por alguns segundos.
— E aí? — Wolfgang perguntou.



— E aí que ele tomou meu tapa, mas revidou. E vocês devem imaginar que foi tenso, porque o cara é grande. E aquilo foi horrível porque ele nunca, nunca, nuuuuuuuuuunca tinha levantado a mão pra mim antes. — Ela dizia isso com o coração partido. — Às vezes nós brigávamos, mas nunca tínhamos chegado naquele nível e ainda mais por causa de um livro!



— Foi quando eu ouvi a confusão e entrei no quarto dele. — Melissa disse, triste.
— Daí ele mandou a gente “cair fora” dali. — Haesel completou.









— Mas isso ainda não explica ele ter tentado matar vocês.



— Aí é onde entra a pessoa misteriosa que está por trás disso tudo, gente! — Haesel disse. — Ele passou a chegar alterado em casa, bêbado e/ou drogado, e com conversas de que sabia que nós estávamos tramando o fim dele. Ele estava completamente paranoico! E eu tenho certeza de que alguém estava alimentando essas ideias erradas no Troy.
— O que não o exime de culpa, né? — Melissa disse, triste.
— Tenho certeza de que ele estava sendo influenciado pela mesma pessoa responsável pela morte do Sr. Branson e de minha mãe. — Haesel disse, convencida de suas palavras.
— Por que afirma isso? — Wolfgang perguntou.



— Por causa da situação que nos levou até você. — Haesel respondeu, lembrando-se de tudo claramente naquele momento.







— Naquela tarde, eu e Mel chegamos mais cedo da escola. Como vimos que Troy estava por lá, decidimos entrar de fininho pelos fundos da casa, para não sermos notadas, porque quando ele não estava bem, ele infernizava nossas vidas. Iríamos apenas subir e nos trancar em nosso quarto. Queríamos paz. E a nossa sorte foi ter entrado na furtiva!
— Essa parte aí eu já sei. Você me contou na escola, Hae. — Wolfgang disse, sério. — E devo dizer que, inicialmente, eu não acreditei.
— Pois podem me contar? Eu ainda não me lembrei disso. — Melissa pediu e Haesel assentiu.



— Troy estava no celular, irritado, falando com alguém. Ele dizia que tinha decidido agir antes das “duas cobrinhas’ que estavam sob o mesmo teto que ele, mas que esperaria o ano escolar fechar para ter a desculpa perfeita de nos levar para Selvadorada de férias. Perguntou para a pessoa com quem falava se ele, ou ela, tinha certeza de que o Fogomila funcionaria, mas que queria que fosse rápido para que nós não sofrêssemos. — Haesel parou de falar por alguns segundos, como se ainda não conseguisse acreditar que aquilo tivesse acontecido. Então, depois, ela continuou:



— Ele disse que já tinha tudo em mente: que iria colocar o veneno no vidro de remédio e fazer a gente tomar no meio do mato, com a desculpa de que era para nos proteger das “doenças da selva”. Daí falou que deixaria nossos corpos lá e que pediria por ajuda dizendo que nós tínhamos desaparecido. Ele tinha certeza de que animais selvagens dariam conta de “nos fazer sumir” e que o caso seria encerrado como “elas se perderam e morreram por conta dos perigos da selva”. Esse era o plano dele. — Haesel disse, ressentida.
— Pelo Grande Prisma! Que plano diabólico! — Melissa estava assustada.



— As palavras dele eram frias... — Haesel disse, com tristeza. —  ...e ele não era mais o mesmo. Naquele momento tinha ficado claro que Troy iria tentar se livrar da gente. — Ela lembrou-se de como tinha se sentido profundamente decepcionada e aterrorizada com o que tinha ouvido naquela tarde.
Melissa agora chorava baixinho, começando a se lembrar também.



— Ele então se despediu da pessoa com a qual falava. Ouvimos Troy pegar as chaves do carro dele e sair, batendo a porta. Então nós demos um tempo ali, esperamos o barulho do veículo dele sumir e corremos para nosso quarto, com nossas mentes cheias e muito assustadas com o que descobrimos.




— Eu chorei muito naquele dia... — Melissa disse, lembrando-se. — E pesquisei bastante sobre a tal Fogomila na internet: é um veneno extremamente forte; uma mistura de Camomila Tóxica, Morchella Tóxico e de Folha de Fogo Venenosa com uma fruta qualquer colhida de uma Planta de Lixo. E para fazer seu antídoto é necessário um item de venda controlada, restrita: um orbe de um Pé de Orbe, uma planta de Sixam. Para comprarmos o antídoto, precisaríamos ir até os militares e explicar como e onde tivemos contato com a Fogomila. E aí seria problema, pois teríamos que falar sobre Troy para eles. E ficamos com medo de fazer isso e de Troy conseguir se safar, mudar de plano e acabar contratando gente para atirar em nós duas. Depois ele poderia apenas dizer que tínhamos sido vítimas de “inimigos da família”.



— Teria sido um plano mais eficaz se ele apenas tivesse mandado seus capangas darem um fim na gente. — Haesel falou, com uma expressão pensativa. — Mas, para nossa sorte, ele preferiu ser mais discreto com esse plano de nos levar para Selvadorada. Foi quando eu tive uma ideia: se tem alguém que pode conseguir qualquer coisa ilegal nesta nação, esse alguém é...
— Wolfgang Quitutten Munch, membro do renomado clube Os Renegados! — O rapaz apontou para si mesmo, orgulhoso por isso e sorrindo, cheio de si.



— Exato. — Haesel disse. — Foi quando te mandei aquela mensagem pelo Simbook, Wolfie, e marquei de a gente se encontrar bem longe de Willow Creek, lá na praia de Brindleton Bay, em Angra dos Cavaleiros.








— Naquele começo de novembro já estava muuuito frio. — Haesel contava. — Naquela noite nevava e o vento do mar estava gelando a alma. Fiquei esperando pelo Wolfie na passarela, protegida da neve. Tínhamos marcado de nos encontrar ali, já que era um local discreto e ninguém veria nossa negociação.
— À noite, as pessoas que param em Angra do Cavaleiro vão direto para o Anchor Bay, aquele restaurante que fizeram onde havia aquela casa anos atrás, a Marina de Bedlington. Mas o local onde marcamos era muito menos movimentado. — Ele explicou.



— Pois é! Mas você demorou pra caramba, hein! Espero que tenha comprado um relógio de pulso pra ver se não perde mais a hora. — Haesel reclamou.




Ele riu:
— Você deu sorte que eu decidi ir até lá. Achei muito esquisito uma mina como você entrar em contato comigo e ainda marcar naquele local e ainda tão tarde da noite! Sua sorte é que eu sou curioso. Que assunto tão sério era esse que não podia ser conversado na escola?






— E aí, Haesel? Beleza? O que você quer tanto conversar comigo que precisa ser aqui? Espero que não esteja armando pro meu lado, hein.



— Escuta: eu e a Melissa estamos com um problemão. Precisamos de alguém que possa nos ajudar e...
— Pera. Por que vocês não chamam os amigos de vocês? O meu grupo, Os Renegados, não se junta com tipos como vocês.



— Não estou pedindo que se junte a ninguém, ok? Tenho grana aqui. Muita grana. — Ela entregou uma caixa verde para ele. — Posso pagar muito bem pela sua ajuda.



O garoto abriu a tampa e algumas notas foram levadas pelo vento: — Noooossa!!! Que tanto de Simoleons é esse, garota? — Ele ficou impressionado com a quantia que parecia ter ali.



— Escuta, Wolfgang: só preciso de um orbe para fazer um antídoto para Fogomila, de documentos falsos para mim e Melissa, que você compre uma casa bem longe de Willow Creek e coloque-a no nome de um desses documentos falsos, que guarde algumas coisas para nós duas para nos entregar depois e que viaje até Selvadorada e nos ajude a retornar vivas. Ah! E que guarde segredo absoluto sobre tudo isso. Nem o seu grupo, Os Renegados, deve saber que está nos ajudando. Você topa? — Ela perguntou, com um certo desespero no olhar.



— Nossa, que listinha grande de coisas que você está precisando de mim, hein! Mas preciso de mais detalhes sobre o que está acontecendo. E, além disso, orbe é ilegal... Fogomila também.
— Eu sei. Mas prometo te explicar tudo, Wolfgang.
— Vai me pagar quanto por tudo isso? Não vai sair barato.
— A quantia que for necessária.
— Hmmmm... Então beleza, guria. Isso me cheira a confusão das boas. E eu curto confusão. Tô dentro. — Ele sorriu.



— Então, duas semanas depois, passamos a usar o laboratório de Química da escola para tentar criar o antídoto. E como demorou! — Haesel fala. — Foram horas ali.
— Como conseguiram usar o laboratório tão de boa? — Melissa perguntou.



— Nós, Os Renegados, estamos sempre envolvidos em projetos de Química. — Wolfgang disse. — Mas fazemos isso justamente para ficar mais tempo ali, já que mexo com algumas... substâncias que precisam ser criadas e talz. Mas com a grana que você vão me pagar, vou poder investir em uma Estação de Química própria.
— Entendi. — Melissa demonstrava reprovação em seu olhar. — Nem precisa mais me explicar. Você mexe com drogas.
— Mas só coisa leve. Relaxa. Nada que me faça ir para o Corredor Final. Não sou burro. E você é muito preconceituosa. Deixa de caretice.



— Não é caretice da Melissa. — Haesel defendeu a guria que, para ela, era como uma irmã. — Você poderia usar suas habilidades com a Química de uma maneira mais correta, como fez nos ajudando a criar o antídoto que nos salvou.








— Beleza. Vamos mudar de assunto? Vocês se lembraram de tudo? Então já posso receber o resto do meu pagamento e cair fora? Quero ficar o mais longe possível dessa confusão toda. Além do mais, já fiz minha parte. — Wolfgang disse, com a cara meio fechada.



— Ainda não nos lembramos do que houve em Selvadorada e de como paramos aqui. Pode nos contar? — Haesel pediu.
— Posso sim. — Ele disse, ainda com a cara um pouco fechada.







— Quando as férias de final de ano chegaram, Troy não conseguiu levar vocês para Selvadorada, por conta de compromissos de trabalho dele. Então ele precisou esperar as férias de verão.
— Estamos no verão agora? — Melissa perguntou.
— Isso. — Wolfgang confirmou. — Mas verão aqui é inverno em Selvadorada, o que era perfeito para os planos dele, já que com as chuvas constantes, apagar rastros seria muito fácil.
— Como você parou lá? — A ruiva o olhou, curiosa.
— Com a grana de vocês, claro!
— Massa. E como foi lá? — Haesel perguntou.
— Cheguei no mesmo dia que Troy e vocês chegaram. Também fiquei na mesma pousada. Como o lugar é cheio de turistas e não nos falamos, ele não desconfiou de nada.




— Uns dois dias depois, Troy levou vocês para um passeio na selva, sem um Guia. E eu segui vocês, muito discretamente.
— E aí? — Haesel escutava com atenção.



— E aí que vocês acamparam perto de um rio que tem muuuitos jacarés, princesinha.
— Estou começando a me lembrar... — Melissa disse, triste.
O garoto então continuou seu relato:



— À noite, eu estava bem escondido, por perto, e vi o momento em que Troy bebeu o tal “remédio”. E obviamente que ele não tomou a mesma coisa que deu para vocês, claro. Exatamente como vocês tinham me dito, o que havia na garrafinha que ele deu a vocês era Fogomila.



— Vocês então beberam aquela porcaria e apagaram. Não morreram porque já tinham tomado escondido, antes de sair com ele, a primeira dose do antídoto, que faria com que o veneno não as deixasse pior do que já ficaram.
— E quando ele nos viu caídas? O que ele fez? — Melissa perguntou, sentida.



— Ele arrumou o acampamento, preparando-se para ir embora.
— Ele pensou mesmo que estávamos mortas, não é? — Haesel perguntou, com o olhar distante.
— Ele tinha certeza de que vocês tinham morrido. Até eu achei que isso tinha acontecido! Vocês estavam imóveis e pareciam nem respirar.
— O antídoto evitou que morrêssemos e nos deixou nesse estado. Mas ainda precisávamos de uma segunda dose. Sem ela, ainda poderíamos perder nossas vidas. — Melissa disse, séria.



— Pois é. Fato. — Wolfgang suspirou. — Mas a coisa não terminou aí. Depois que guardou tudo, Troy carregou vocês duas para a beira do rio. Vocês certamente teriam virado comida de jacaré se eu não estivesse ali.
— Meu próprio irmão! — Melissa começou a chorar novamente, baixinho.
— Não chora, Mel... — Haesel tentava ser forte e segurava as lágrimas.




— O sujeito não vale um Simoleon. Saiu de lá com um sorriso na cara. — Wolfgang disse, revoltado com isso tudo que vivenciou.
— Então você foi até a gente. — Melissa falava, tentando parar o choro. — Vocês nos deu a segunda dose do antídoto e...?
— E fiquei um tempão tentando fazê-las acordar. — O rapaz disse. — Quando vocês finalmente abriram os olhos, estavam confusas, lentas, desnorteadas, não sabiam quem eram, onde estavam, nada. Então levei mais um tempo ali tentando acalmá-las. Entreguei umas roupas para vocês se trocarem e vocês fizeram isso atrás de uns matos.
— E por que trocamos de roupas ali, na pressa? — A ruiva indagou.



— Nosso plano inicial, antes de chegarmos àquele ponto, era fazer com que acreditassem que algum animal tinha mesmo dado cabo do corpo de vocês. Para isso, eu estava carregando comigo alguns quilos de carne. Coloquei essas carnes nas roupas de vocês e as joguei no rio. Quando acharem algum pedaço do pano das vestimentas de vocês, vão chegar à conclusão de que viraram jantar de jacaré.



— E como saímos de Selvadorada? — Haesel perguntou. — Como viemos parar aqui?



— Quando saímos da Selva de Belomísia, pegamos um hidroavião que eu tinha fretado antes. O piloto nos levou até Windenburg e pagamos bem pelo silêncio dele. De lá, peguei meu carro e vim deixar vocês aqui em Forgotten Hollow.
— E por que não nos deu a dose final do antídoto logo? — Melissa questionou.
— Porque ela só poderia ser tomada após muitas horas depois da segunda dose. Por isso não fiz isso antes.







— Ok, mas acordamos sozinhas, largadas perto do Altar das Fadas! Por que isso? — Melissa reclamou.
— Acontece que quando estacionei o carro, não muito longe daqui, e desci com vocês, vi um carro da polícia vindo, então coloquei a chave da porta de trás desta casa no bolso da Hae e disse para vocês correrem para cá.



— Nós corremos. Mas caímos de exaustão. — Haesel disse, agora se lembrando de tudo. — Mas por que você não apareceu aqui antes, Wolfie? Por que demorou tanto para voltar?
— Os policiais que me pararam, eles pediram meus documentos, perguntaram o que eu estava fazendo ali àquela hora da noite...
— E o que você disse? — Melissa perguntou.



— Eu falei que estava tirando a água do joelho, esvaziando a bexiga, sabe como é. Mesmo assim, eles me revistaram, revistaram meu carro... Então achei melhor dar um tempo antes de retornar aqui. E, desta vez, parei na frente da casa para não parecer suspeito.
— E sobre esta casa? — Haesel o olhou.
— Esta casa foi a que comprei no nome falso de Ticiana Leto, sua identidade falsa, Haesel. A de Melissa é Marcelle Caron. Os documentos estão aí também. Em uma das caixas coloquei celulares novos, com números novos, claro. Meu número já está salvo neles, caso precisem de mim novamente.



— E sobre seu pagamento? — Melissa o olhou.
— Haesel me disse que dentro daquela caixa grande, que coloquei no quarto dela, há um cofre. Você me prometeu algumas barras de ouro, garota. — Ele disse, olhando para a Dwayne.
— Como podemos saber que você já não abriu o cofre e tirou o que queria? — Melissa o olhou com desconfiança.



— Posso ter meus problemas, mas meu esquema não é roubo, Melissa. E ainda mais pegar algo de uma família toda errada como a de vocês. Prefiro manter os contatos que me pagam bem do que fazê-los meus inimigos. — Ele disse, sério.



— Wolfgang, obrigada por ter nos ajudado. — Haesel disse. — Vou subir e pegar o restante de seu pagamento. — Ela então saiu para fazer isso.



— E vocês vão começar vida nova mesmo? Não pretendem se vingar de Troy? — O garoto perguntou.
— Vamos ficar na nossa. — Melissa mentiu. — É melhor recomeçarmos nossas vidas e não nos metermos com ele novamente. Troy já mostrou que não presta e que é perigoso.
— Vocês fazem bem. Também quero ficar longe desse cara.






Assim, alguns minutos depois, Haesel desceu e pagou o combinado à Wolfgang. Então ele terminou de subir o restante das coisas delas e eles se despediram, com o rapaz dizendo que, caso elas precisassem novamente de seus serviços, que ele estaria à disposição. Também reafirmou que o segredo das garotas estava bem guardado com ele, principalmente porque o jovem não queria problemas com um louco como Troy.
— Ah! Tem umas tintas de cabelo que vocês mesmas escolheram, em uma das caixas, e uma tesoura também. Para vocês mudarem o visual e não serem reconhecidas. — Ele falou, antes de sair.



E, logo em seguida, as duas subiram, agora cientes de toda a história, mas não mais tranquilas.



— Mel, vamos arrumar nossas coisas, ok? Depois, vou mudar logo meu visual, pois quero sair hoje para ir atrás de um carro pra gente, comprar algumas coisas para cá e contratar um serviço de internet.
— Como temos tanta grana? — Melissa perguntou.



— Nem queira saber. — Aquelas barras de ouro e Simoleons que Haesel tinha agora lhe foram passados por sua mãe, há tempos atrás: todo mês, Kyra fazia Haesel guardar uma grande quantidade, em segredo, para que, caso um dia algo acontecesse com ela, sua filha pudesse enfrentar “situações adversas” com mais “tranquilidade”; nem Melissa, nem Troy, nem o marido de Kyra sabiam disso. Era o segredo dela e de Haesel. E ainda havia agora o tal do outro tesouro, escondido, que a garota precisava encontrar junto com Axl! Então, já com a mente cheia e não querendo dar mais explicações, a Dwayne perguntou, mudando o foco do assunto: — Você poderia montar nossos computadores depois que terminar de organizar suas coisas? Preciso ver se encontro Axl.



— Sem problemas. Você acha que deveríamos tê-lo procurado antes, Hae?
— Estávamos mais preocupadas em escapar do plano assassino do Troy. Mas penso agora que deveríamos sim ter ido atrás de Axl antes. Mas sei lá. Não sei o que ele vai achar de mim, se vai ficar do nosso lado... E se ele for como Troy? Ou... se for como minha mãe era?...
— Melhor não ficar pensando assim. Vamos por partes e, quando nós o encontrarmos, a gente resolve as coisas que forem surgindo.
— É. Melhor mesmo. Então vamos nessa, Mel. Temos muita coisa para arrumar por aqui hoje. Pelo menos é algo para fazermos!



E então cada uma foi para seu quarto. Precisavam organizar suas coisas e também precisavam de um tempo para pensar em tudo que tinham escutado e em tudo que tinham se lembrado.




E quando aquela noite chegou, chuvosa, elas já estavam com eletricidade, internet funcionando e até com um carro próprio na frente da casa já. Haesel, após mudar o visual, tinha passado a tarde atrás de resolver essas coisas e conseguiu fazê-las com sucesso.



Melissa estava na cozinha, fazendo sanduíches de queijo. Ela tinha escurecido os cabelos e estava usando lentes de contato para enxergar e não ter que usar óculos. E as duas tinham combinado de apenas se chamarem pelos nomes das identidades falsas agora. Acreditavam que seria mais seguro se acostumarem com eles.



— Mas, Haes..., digo, Tici! — Ainda estava sendo bem difícil para as garotas se chamarem assim. — Que tipo de banda é essa que não tem página no Simbook? As músicas deles são tão boas!... E que voz é essa do seu irmão, cara? Que voz liiiiinda! Apaixonei!
— A mãe disse que meu pai, o Markus, cantava e tocava em uma banda. E ela também tinha uma voz incrível. Pena que música não era a paixão dela... Era a minha, né? Mas ela me podava.
— Eu me lembro daquela vez que te chamaram para ser vocal naquela banda de rock da escola. Ela surtou!
— Nem quero me lembrar disso agora!  Vamos focar neles, em encontrar Axl.
— Mas e aí? Nenhum endereço, contato, nada?



— Encontrei a página deles no Simbook, mas aqui diz que a banda deu um intervalo. Mandei mensagem para o Administrador da página, o baterista deles, e agora é aguardar ele responder, Mel. Aff! Marcelle, Marcelle, Marcelle, Marcelle! — Ela repetiu o nome falso de Mel para tentar não se esquecer dele novamente. — Mas eles não têm perfil no Simbook. Também achei o canal deles no Simtube. As músicas que você ouviu são de lá, mas não há vídeos recentes. O último show deles foi em Newcrest, num festival de música, mas já tem um tempinho.
— Então, como faremos?



— Esse festival aconteceu na Vizinhança da Música. Vou dar uma passada lá. Entrar em algumas lojas que vendem instrumentos, perguntar por bandas, ver se alguém conhece essa Nordic Lhama. E daí vou encontrar meu irmão. — Ela disse, decidida, assistindo novamente o vídeo deles, olhando Axl, emocionada.





De volta ao tempo atual...
Em Selvadorada.


Axl estava muito animado e mal podia esperar para rever a mãe e conhecer a irmã. Então, logo que chegou à pousada, após falar novamente com Isabella no celular (a garota explicou que Nick iria com ele), o vocalista arrumou as coisas que levaria, tomou um banho, trocou de roupa (colocando sua calça de pijama preferida e uma blusa típica local) e, em seguida, ligou para seu primo Dave:


— Boa tarde, cabeção! — Axl disse, assim que ele atendeu.





— Boa madrugada, né? — Ele respondeu em tom de reclamação. — Aqui em Brindleton Bay ainda é madruga, guri. Deu sorte que hoje estou de plantão aqui na clínica veterinária da Sami, caso contrário eu estaria dormindo e você estaria perturbando meu sono.



— Malz aí, primo. É que eu liguei pra te contar que...
Mas Dave o interrompeu:



— Não me ligou para me contar nenhum problema não, né? Porque minha cabeça já tá cheia aqui de coisas! — O humor dele estava bem ruim, pois estava se sentindo muito culpado pelo beijo dado em Gizella e ainda não tinha sentado para conversar sobre isso com sua noiva Samara, coisa que ele queria fazer. Além disso, estava contribuindo para seu péssimo humor o fato de sua avó ter metido a tesoura no cabelo dele, no dia anterior, e Dave não ter curtido muito o novo visual.



— Não, primo! Calma! Quer dizer,... Eu tô saindo daqui a pouco para o templo antigo de Belomísia para...




— Axl! — Ele o interrompeu novamente. — Na moral, tô cansado demais aqui, cara. O único que Nonna liberou para essas pequenas férias aí foi você. Além disso, minha cabeça tá cheia com coisas pessoais que preciso resolver. Então, só me fala o que tem para dizer se for assunto de vida ou morte. É assunto de vida ou morte?



— Ahnnn... Não, não é assunto de vida ou morte. — O vocalista respondeu, meio confuso com a falta de paciência do baixista.
— Então a gente pode conversar depois? Eu te ligo amanhã.
— Eu só devo estar de volta na sexta. Não sei se terei sinal de rede na selva, Dave. Mas tá tudo bem aí contigo? — Ele perguntou, agora um pouco preocupado com o primo.



— Claro! Tá tudo bem sim! — Dave mentiu. Ele não tinha como conversar sobre o assunto “Gizella x Samara” naquele momento, enquanto estava trabalhando, cuidando da recepção da clínica. — Não vai se preocupar comigo, ok? Aqui tá tudo bem, Axl. Só estou cansado mesmo! A gente se vê sábado para tocar aí em Selvadorada então?
— Claro!!! Tô mega animado para esse show! — A voz do vocalista já demonstrava isso.
— Então falou! Divirta-se aí, beleza? — Dave tentou passar mais leveza na voz. — Preciso desligar agora. Tô no trabalho.
— Beleza, primo! Se cuida!
— Você também, cabeção!
E Dave então desligou, sem ter escutado o que Axl queria ter lhe contado (sobre Kyra e Haesel).



Ele deve estar na correria e eu ligando e atrapalhando o coitado!”, o vocalista pensou. “Mas beleza! Quando eu chegar da selva, ligo para ele novamente! E agora é só esperar meu cunhado me chamar pra gente ir nessa!”. E ele já ia pegar um violão para ficar fazendo um som enquanto esperasse por Nick, quando o loiro bateu na porta da suíte.



Toc, toc, toc.
— Axl Logan, tô pronto! Vamos nessa!




E logo os dois estariam a caminho da Trilha de Belomísia, onde encontrariam o guia que os levaria até o antigo templo do povo Omiscan.





Enquanto isso,...
Na Clínica Veterinária Bay.




Quando Dave finalizou seu turno, ele já tinha decidido: iria terminar com Samara! E como ele estava morando na casa dela e não tinha mais cara para passar mais uma noite lá, o baixista achou que seria melhor conversar com ela naquele momento mesmo. Ligou para a sala dela e perguntou se eles poderiam “conversar rapidinho”. Ela disse que sim.




Ele então parou para beber um pouco de água, na qual colocou um pouco de açúcar para se acalmar mais, e então seguiu na direção da sala da noiva.




Força, Dave! Faça o que é certo!”, ele pensou.



Dentro de seu consultório, Samara auxiliava sua colega veterinária, que era novata ali na clínica (a moça tinha acabado de se formar e aquele era o primeiro emprego dela), no tratamento de um cachorrinho:
— Pelo cheiro dele, é só colocar aquele sprayzinho que ele fica bom em segundos! — Samara disse, super prestativa.




A moça então fez isso e realmente o cãozinho ficou novinho em segundos! E pela cara dele, até ele ficou surpreso!



Então, assim que a loira saiu junto com o cachorrinho, Dave entrou na sala.



— Oi, coração! — Samara deu alguns beijinhos no noivo. — Tá com carinha de cansado!
— É... Eu estou sim... — Ele disse, sem saber como começar o assunto.



— Também pudera! Logo depois que terminaram a apresentação, só tiveram tempo para descansar um pouquinho e D. Elena já colocou todos vocês para ensaiar novamente!



— É... Parece que minha avó não pensa que temos trabalho também, além de nossas vidas pessoais, né?...



— Nossa, olha que coisa boa! Pensando na importância de ter tempo para mim! Tô gostando de ver, hein! — Ela sorriu. — E eu que fiquei preocupada com isso dessa banda de vocês retornar e de você me deixar de lado! É muito bom ouvir que deseja nos priorizar. Seria bem legal se você fizesse D. Elena perceber que isso de banda deve ser encarado como um hobbie, porque isso não é trabalho e você sabe disso.
Ele fechou um pouco a cara; não gostou desse último comentário dela, principalmente porque estava vendo todo o esforço da avó em fazer a banda estourar. Mas, como não queria começar uma discussão, disse:
— Ok. Mas a gente precisa conversar.
— Não pode ser quando eu chegar em casa, Dado? E você está cansado, está precisando dormir.
— Não. Precisa ser agora, Sami.
— Ok. Mas antes de você falar qualquer coisa, quero te mostrar algo. Senta aí. — Ela sorriu.




— Olha, Dave, eu sei que você está super estressado porque o retorno da banda te deixou um pouco ansioso, tenso. Mas eu tenho algo aqui que vai te deixar muito feliz! — Ela sorriu.
— E o que é?



Ela então colocou uma mamadeira na frente dele.
— Oi? — Ele a olhou, confuso por alguns segundos.



— Você vai ser papai, Dave! Estou esperando um bebê nosso! — Ela sorriu, com a mão na barriga.



— É O QUÊ?!!











Obrigada, amigo Simmer, por acompanhar minha história!
Deixe seu comentário abaixo ou na página no Facebook! S2
Tenha uma ótima semana! :)



CRÉDITOS:

SIMS:
Baixados da Galeria e, alguns, modificados.


LOCAIS:
Residência dos Myers (Umbrage Manor): by isarpgista;
Pousada em que os Myers ficaram: “RentInSelvadorada *NoCC”, by 96LangerLui99;
Pousada Jungle Villa: totalmente baseada no lote “Selvadorada Jungle Villa”, by HighlandGaming; minha versão reformada encontra-se aqui (by isarpgista);
Cantina “El Árbol del Jaguar”: by isarpgista (Galeria e Mediafire);
Cômodo Aula de Química: Chemestry Class, by nikkamore;
Hotel Straud: by isarpgista;
Comércio de Forgotten Hollow: Paris Café & Restaurant, by Gerberatte; a minha versão (usada nessa história) e que contém 1 unidade policial, 1 clínica médica, 1 mercadinho, 1 bar e 1 loja de lembrancinhas, encontra-se em isarpgista;
Vizinhança Praça da Zibelina, em Brindleton Bay:
- Bay Gym: lote original chama-se ".•* Fitness Freaks *•.", de Rosa_UrbZ. O utilizado em minha história é a versão que modifiquei e encontra-se aqui: isarpgista;
- Clínica Veterinária Bay: lote original chama-se "Bumpkin Veterinary Clinic", de DevonBumpkin. O utilizado em minha história é a versão que modifiquei e encontra-se aqui: isarpgista;
- Parque Bay: lote original chama-se "Agility-Park", de nat052970. O utilizado em minha história é a versão que modifiquei e encontra-se aqui: isarpgista;


OUTROS:
Cabelos usados por Haesel:
Natalia Hair (com a mãe doente);
Daisy Hair (nas fotos com a família);
Riya Hair (uma trança).
Cabelo usado por Melissa: JisooHair;
Cabelo usado por Kyra (doente): Melodius Hair;
Cabelo usado por Hannah Chase: Primadona;


Obrigada a todos criadores!
Thank you to all creators!


8 comentários:

  1. Obaaa, capítulo novo!!! <3 <3
    Primeira a comentar!!! :D <3

    1. Tadinhas das gurias, todas confusas
    2. Antídoto? opa, opa.... será que foi a cura vampirica?? olha eu imaginando aqui kkkk
    3. "é de pepperoni?" bem irmão do Axl, hein!!! hehe <3
    4. Eu tava achando que era vamps kkkk, mas era veneno! ainda bem que tomaram antídoto :D
    5. Haesel é muito linda! e a cara do Axl!!
    6. Tadinhas, os pais faleceram.. o que será que houve com eles? :o
    7. Nossa! A mãe de Axl é sem noção??? Tadinho do Axl e Haesel não sabia de nada?? :'(
    8. Eita que a Kyra entregou uma bomba a filha!!!
    9. Axl e Haesel podem ficar ricos?? :o
    10. Ameiii que tinha um easter egg no capítulo 13 :o :o
    11. Nossa, que história maluca da Kyra!!! Agora a responsabilidade toda ficou nas mãos da Haesel e tomara que dê tudo certo para ela, ela parece gente boa como o irmão :)
    12. O livro "O Compêndio Definitivo dos Vampiros" :o :o :o
    13. Esse Troy parece sinistro
    14. Nossa ele é um assassino! queria matar as gurias :(
    15. Que legal o laboratório do clube!
    16. Troy é um monstro!! armou para matar as gurias :/
    17. Num jacaré :o nunca vi ele
    18. Não sei pq, mas shippo Wolfgang com Haesel, hihi <3
    19. Ficaram lindas com os visuais novos
    20. Tomara que consigam encontrar Axl
    21. O Dave tá muito bravo!!! precisa se acalmar.. O cabelo dele ficou tri!
    22. Eitaaa o Dave vai terminar com a Samara! :o
    23. A carinha do doguinho, que fofo haha
    24. O DAVE VAI SER PAPAI?????? TO CHOCADA!!


    Amei o capítuloooo
    Só quero ver a reação da Gi ao saber do bebê do Dave. Será que ele vai ainda terminar com a Sam?
    As meninas vão encontrar o Axl? E eu to achando que é uma armação isso que está esperando o Axl :/

    Aiii to cheia de perguntas!!! hahaha <3 <3

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    Respostas
    1. OMG, que lindaaaaaaaa!!!
      Primeira a comentar, Maaah!!!
      Fiquei muito feliz com isso!!! Muito obrigadaaaaaaa!!! \o/ S2
      Respondendo: :D

      1. Sim, sim! =// Elas estavam em uma situação complicada! =//
      2. Não foi não, mas aparentemente tem vampiro (ou alguém que se acha um vampiro) no meio dessa confusão! :)
      3. Né? Kkkkkkkkkkkkkk... Não tem como negar que é irmã dele! xD
      4. Sim, siiiiiiiiim! Elas foram envenenadas, mas não perderam a vida porque foram mais espertas! :)
      5. Ooowwnnn... Obrigadaaaaaaa! Ela vai ficar feliz com esse elogio, viu! :) S2
      6. Infelizmente elas ficaram sem os pais... :(
      7. Exatamente! Haesel só soube que tinha um irmão há poucos meses. Kyra foi terrível. :(
      8. Literalmente! xD
      9. Sim, sim... Mas o tesouro é fruto de crimes... Caso encontrem, será que eles vão ficar com isso? Tenho minhas dúvidas...
      10. Sim, siiiiiiiiiiim! Desde o comecinho estava ali! :D
      11. A Kyra era uma criminosa safada! Mas sim! Haesel e o irmão não puxaram a esse lado malvado dela!
      12. Sim, sim! Esse famoso livro sobre a vida vampírica e seus segredos. :)
      13. Ele é muito sinistro! Milhões de vezes pior do que o Nickollas.
      14. Infelizmente sim! E ele bem que tentou... :(
      15. É muito lindo, né? Fiquei apaixonada por esse laboratório! :D
      16. Concordo contigo! Ele não pensou duas vezes antes de se livrar das meninas.
      17. Eles estão em um rio em Selvadorada, Mah! São lindos de ver!!! S2
      18. Kkkkkkkkkkkk... Achei massa vc shippá-los, mas acho que, no momento, tudo que Haesel quer é encontrar o irmão! Tomara que consiga, né? :) S2
      19. Ooowwnnn! Obrigadaaaaaaa! Mas a Hae já está sentindo falta dos cabelos pretos!
      20. Haesel certamente vai caçar o irmão nos próximos capítulos! Ela mal pode esperar para conhecê-lo!
      21. Eu também ameiiiiiiiiii o cabelo novo dele, Mah!!! :D S2
      22. Finalmente ele se decidiu!!! :D
      23. Tão bonitinho, né? Aaaaaamo os doguinhos do jogo! S2
      24. Siiiiiiiiiiiiiiiiiim!!! Vai siiiiiiiiiiiim!!! Mega bomba, né? xD Babado master!!! Rs... :D

      Aaaaaaaaaaaaah!!!!!! AMEI que vc amou o capítulo!!! \o/ S2
      Semana que vem já começo a produzir o próximo!!! :D E logo muitas respostas para suas perguntas (e amei suas perguntas!!!) serão mostradas!!!
      Muito obrigada mesmo pelo comentáriooooooo!!!
      Amei demais, demais, demaaaaaaaaaaais!!! S2
      Beijocas, Maaaaaah!!! :D S2

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  2. Aos comentarios:

    1- Muito doida essa historia das garotas. Quero só ver como Haesel vai explicar isso ao avoado do Axl.
    2- Axl rico? Será que agora o cunha para de pegar no pé?
    3- Serio isso? Ester egg em um capitulo? A galera que gosta de criar teorias vai passar o pente fino agora pra criar mais?(incluindo eu).
    4- Falando em teorias... Acho que aquele livro é bem real e não só um livro tipo o livro do rpg a mascara.
    5-Shipo Wolfgang com Haesel.
    6- FINALMENTE DAVE!Já tava na hora de ele terminar com a Samara
    7- QUE BOMBA!!!! Por essa Dave não esperava
    8- E agora Dave?
    9- Teoria: Acho que meu shipp pode se tornar cânon(Gi e Dave) mesmo com essa surpresinha que Dave teve.

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    1. Oiiie, Tatsu!!! :D
      Respondendo: :)

      1- Acho bom ela resumir ou ele vai ficar beeeeem confuso! Kkkkkkk... xD
      2- Ou vai parar de pegar no pé dele ou vai tentar roubá-lo? xD Não estou afirmando que isso vai acontecer, mas... xD
      3- Ficou legal isso, né? :D
      4- Talvez seja real,... Talvez não... Vamos ter que descobrir. :)
      5- Acho que Wolfgang não é muito o tipo de Haesel. xD Ele as ajudou porque foi bem pago para isso. :)
      6- Então,... Ele tentou... Mas será que vai seguir adiante com a ideia?
      7- Não esperava meeeeeeesmo! E agora? Vamos ver o que ele vai fazer!
      8- Eu faço a mesma pergunta: “e agora?”. :)
      9- Vai depender muuuuuuito de como Dave agirá! Mas breve saberemos no que isso vai dar! :)

      Muiiiiito obrigada pelo comentário, Tatsu!!! :D

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  3. Nossa quantos mistérios!! Que legal que Axl tem uma irmã!!! Ela se parece mesmo com ele!! hahaha
    Mas a mãe dele não é nada legal =/ Poxa, ainda mais esse irmão maluco o Troy!!

    Adorei os cenários,ficou muito legal o laboratório de química e a veterinária do Dave, muito bem pensado! Não vejo a hora do Axl descobrir sobre sua mãe, pena que ele não vai poder vê-la viva =/ e descobrir que ela não era legal.

    Mas e o Dave, que mau humor né!! E que bomba! Vai ser pai dessa mulher chata, não gosto dela. Poxa, e agora Gizella?

    Muito legal o capítulo, cheio de revelações!

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    1. Oiiieee, Jess!!! :D S2
      Respondendo: :)

      - Muitos mistérios! :D Alguns breve serão revelados! :D
      - Sim, siiiiim! E Axl já está super feliz que agora tem uma irmã caçula! S2 A cara dele mesmo, né? :D
      - Kyra realmente não é uma pessoa legal. =// Péssimo caráter, péssimo exemplo, terrível.
      - Fico feliz que vc adorou os cenáriooooooos!!! Obrigadaaaaaaa! Sempre tento achar cenários bem legais para as cenas! :D Como eu AMO o modo Construção do jogo, geralmente pego lotes da Galeria e os reformo! :D
      - Tadinho do Axl quando descobrir que Kyra não está mais viva... =// E pior ainda será quando souber como ela era... Supondo que Haesel, quando encontrá-lo, resolva mesmo contar a verdade sobre a mãe deles... Logo veremos! :)
      - Dave está muuuuito cansado, coitado! Mas esse humor dele estava péssimo meeeeeeesmo!
      - Jess, tenho uma amiga que tb não supoooorta a Samara! xD
      - Boa pergunta! O que Gi fará quando souber dessa “novidade”?

      Muito obrigada pelo comentário, Jess!!! Amei muitooooooo!
      Beijocas! :D S2

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  4. Caraca, mt tens aaquela parte da Haesel e da Melissa na casa, deu uma afliçaozinha , eu não teria ficado tão calma. Mas ai, vc bolou uma intriga gigante com a mãe da Haesel,.o irmão da Melisa, até entrou o Wolfgang. Tava desconfiada dele, mas como ele tava meio indiferente deu pra notar q ele só tava lá fazendo um serviço. A trama ta mt amarradinha, igual um tapete, vc ja tinha planejado tudo desde o começo, ate a caixa ja tava la no cenário do outro cap. Esperta vc hein!!
    Esperei esperei pela trilha do Axl, metido lá naqueles mosquitos e naquela lama por causa da chuva, e nao teve kkk
    E o Dave gente, poxa não acho q a banda devia ser so hobbie, mas cá entre nós , veterinária tem mais estabilidade. Mas .GENTE. ELE.VAI. SER .PAI.

    CaaaaaAaRaaacCoooouuu

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    1. Oiiiieee, Niiiiiih!!! :D

      Que comentário massaaaaaa!!! S2 Respondendo:
      - Eu tb não teria ficado tão calma, mas acho que elas não tinham muitas alternativas! xD Entrar em pânico não ajudaria muito! xD :D
      - Sim, siiiiiiiiiiim! A trama é grande, mas logo mais coisas serão reveladas! :D
      - O Wolfgang foi bem pago para ajudá-las! Ele não quer se envolver demais com os problemas das gurias porque já notou que Troy é perigoso.
      - Fiquei feliz que vc gostou da trama!!! Obrigadaaaaaa! :D S2
      - No próximo capítulo teremos a trilha de Axl! Já comecei a escrever a cena! :D
      - O Dave precisa pagar as contas e a banda (ainda) não dá tanto dinheiro! E ele está amando trabalhar na clínica! :)
      - Siiiiiiiiim! Dave será papai! Surpresona, né? Rs...

      Obrigada pelo comment, Niiiiiiiih! Beijocas! :D S2

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