domingo, 16 de outubro de 2016

Taverna - 2 - Agentes






Quando um vampiro poderoso possui planos de aumentar seus poderes, alguém precisa pará-lo. Acompanhe a história dos irmãos Styrman e de seu envolvimento com o mundo sobrenatural.


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TAVERNA
Parte 02 – Agentes



Aquele que pergunta pode ser um tolo por cinco minutos. Aquele que deixa de perguntar será um tolo para o resto da vida”.
Provérbio chinês.


Resumo do capítulo passado: após uma aposta, Daniel Wang some e ninguém se lembra da existência do rapaz, exceto Tuuli; enquanto isso, a casa da garota é observada por um vampiro antigo que parece ter interesse nos passos dela.



Sunset Valley.
No mesmo domingo em que, longe dali, em Riverview, o garoto Daniel Wang sumiria.


Taverna. Um dos bares mais animados da cidade.




Sempre perguntavam ao João Victor, o proprietário, o porquê de um bar que parecia ter saído de um filme de faroeste ser chamado de “Taverna”. E ele sempre respondia: - Olha, ganhei esse local de um tio meu. Quando meu avô veio conhecer, disse que não tinha gostado do estilo Velho Oeste. Então ele me fez prometer que um dia eu transformaria isso daqui em uma taverna medieval, saca? Um bar estilo medieval... Mas eu não tinha, nem tenho ainda, grana para fazer isso... O que importa é que, poucos dias antes d’eu inaugurar o bar, ele morreu... Então eu dei o nome do lugar de Taverna, saca? Um dia eu mudo a decoração daqui.


Mas havia outra responsabilidade de João Victor que não era de conhecimento público: ele também era o líder de todos os grupos de Caçadores de Sunset Valley. Os Caçadores eram uma organização secreta que “lidava” com as criaturas sobrenaturais que existiam; e claro que a maioria dos Sims não acreditava na existência dessas coisas.
Pois bem! Naquele dia, em seu bar, João se encontrava em mais uma de suas missões: uma nova vampira havia aparecido na cidade. E duas pessoas já tinham sido dadas como desaparecidas. Então ele reuniu um de seus grupos (esse formado por Nooa Styrman, Leonardo Cobutti e Alessa Marques); e eles traçaram um plano para capturar a criatura antes que a Sociedade Fria (a Organização de vampiros registrados no governo) a encontrasse e a protegesse.
Quem conseguiu se aproximar com êxito da criatura foi o próprio João. Em nenhum momento ela desconfiou que estivesse do lado de um Caçador. E um dos mais experiente deles!


Leonardo e Alessa observavam os dois enquanto jogavam futebol de mesa, esperando o momento de agir.


E Nooa, bem, ele estava meio chateado, porque não havia mais ninguém naquela noite para cuidar do bar. Então ele foi o “sorteado” para ficar. Pelo menos, assim ele pensava, poderia aproveitar para conversar com as garotas bonitas que apareciam por ali. O problema era que nem todas eram solteiras, como a ruivinha Susan Wainwright, que lhe deu uma bela cortada.



Enquanto isso...
- Aqui tem bastante gente, não? – O nome da vampira era Bárbara Andrade.
- É verdade... – João já sabia qual seria o convite dela.
- E se eu te chamar para sair, pegar um pouco de ar fresco comigo, conhecer minha casa?...
- Bem, eu diria que é uma ótima ideia. – Ele sorriu.


- Ei, Léo. Estão saindo. – Alessa falou baixinho.
- Opa! Então vamos nessa.


- Corre, Léo! Entra logo no carro, caramba!
- Relaxe. O carro dela está grampeado. – Ele disse, na calma. – Pelo que estou vendo aqui, o calhambeque dela tá passando agora pelo centro da cidade.
- É, mas o Jão pode precisar de ajuda.
Ele caiu na risada: - Quem vai precisar de ajuda é ela!


Então começaram a seguir na direção que a vampira ia com o João.






Travessa Sim, 36. Ela estacionou o carro e eles desceram.


- Então você mora aqui... – João estava tranquilo.
- É... Por enquanto...
Eles entraram na casa. Ele foi logo para trás dela, fazendo uma massagem em suas costas. Sabia que estava lidando com uma vampira novata, uma recém-transformada ou algo do tipo. Tinha certeza disso porque ela estava segura demais, e nenhuma criatura daquelas, se fosse experiente, daria as costas para um desconhecido.


- Você mora sozinha?
- Sim... – Ela disse, curtindo a situação.


- Não acha perigoso uma garota como você morando sozinha num lugar desses? – Ele sabia aonde essa pergunta levaria.


- Perigoso...? – Ela sorriu novamente, dessa vez virando-se para ele. – Não... Você não sabe o que é perigoso...
João detectou um brilhozinho maligno bem discreto no olhar dela e sorriu.


- Então por que você não me mostra o que é perigoso, hein? – Disse, já esperando o ataque.
- É pra já, meu querido!... – Os olhos de Bárbara ficaram vermelhos e ela partiu para cima de João Victor, exatamente do jeito que ele imaginara, para má sorte dela.


Enquanto isso, do lado de fora...
- Vem, Léo. Pssss... Em silêncio.
- Quer ensinar o padre a rezar, é? – E os dois foram se aproximando devagarzinho, na furtividade.



- Tá muito silencioso isso aqui... – Léo notou, já que estava ouvindo apenas o som do vento e dos bichos nos matos.
- Também estou achando... Acho melhor a gente entrar logo, hein? – Alessa meteu o pé na porta, derrubando-a.
- Era para EU fazer isso. – Léo reclamou, todo sério.
Alessa entrou e parou na mesma hora, ignorando a reclamação de Leonardo e sorrindo diante da cena que encontrou: - O Jão já terminou o serviço, Léo. – Ela riu.


João estava sentado, assistindo TV, enquanto a vampira encontrava-se inconsciente no sofá perto dele.
- Vocês demoraram demais. – Ele sorriu, tirando onda. – Fora que a entrada de vocês não foi nada discreta, hein?
- Da próxima vez a gente nem vem então. – Léo respondeu, levantando a porta derrubada e colocando-a no lugar, para não chamar a atenção da vizinhança.


- Olha, não vamos perder tempo. Está amanhecendo. Vamos retornar para a base com essa coisa logo. – João disse.


- É só pra isso que a gente presta, né? – Léo riu.
- Para limpar a bagunça causada pelo chefitcho. – Alessa brincou.
- Exatamente! E sem reclamar, hein? – João estava de bom humor. Menos uma dessas criaturas nas ruas. – Léo, quando chegarmos na Taverna, você leva a Bárbara para os “novos aposentos” dela. Alessa, dê sumiço no carro da garota.
- Beleza, Jão. Vamos nessa, Léo! – Ela disse.





Segunda-feira, após as 13h.

O celular de Nooa tocou insistentemente. Então ele levantou para atender, com preguiça. Tinha fechado o Taverna umas 7h da manhã e quando foi dormir já passava das 10h.
- Alô. – A voz rouca de sono.




- Já não disse que não quero nenhum de vocês dormindo no meu quarto? – Era o João Victor.
- Tenho culpa se é o único quarto confortável nesta pocilga? Mas vê se da próxima vez não deixa comida aqui dentro, oh! Estragou e está um cheiro bem insuportável.
- Então vê se a joga fora. – João odiava quando dormiam no quarto dele. Era sempre assim: quem ficava para fechar o Taverna, na ausência de João, ia direto dormir lá, a única suíte do bar. João não gostava disso.
- Sim, e aí? Como foi ontem? – Nooa perguntou, sem medo de ter a conversa interceptada, já que o celular deles era especial, criado por um ex-cientista da NASASim e que também era um Caçador.
- Deu tudo certo. A Alessa já arrumou a “hóspede” e agora de tarde irá interrogá-la. A presa está preparada aqui. Agora levanta e vem logo! Você tem um servicinho para fazer.
- Não dá para deixar para mais tarde não? Tô quebrado.
- Vem agora. – Desligou.
- Droga. – Nooa estava mal-humorado. Sempre acordava assim.
Então levantou, lavou o prato sujo na pia do banheiro mesmo; tomou um banho, se arrumou, escovou os dentes e foi para onde o João estava.




O esquema ali no Taverna era bem simples: indo para o segundo andar, eles se deparavam com duas estantes. Então era só movimentar os livros corretos, na ordem correta, e as estantes davam passagem para um quarto secreto que continha uma cela especial onde ficavam os “convidados” desse grupo de Caçadores.



Nesse quarto, e dentro da tal cela, havia o símbolo sagrado da organização (um sol dourado), que impedia os vampiros de usarem qualquer tipo de poder ali dentro (se o tivessem).



- E aí, Jão?
- Aí está nossa prisioneira. Não diz nada desde que acordou.
- Vai ver é por causa desse quadro ridículo nessa parede. – Nooa riu.
- Foi ideia do Léo. É um quadro-negro. Segundo ele, “para eles não morrerem de tédio”.
- Quanta consideração do Léo por essas criaturinhas angelicais, não? – Nooa disse, com ironia. - E foi ela quem desenhou isso aí?
- Não. Foi ele.
- Ah! – Ele exclamou com tom de “já esperava.”, na dele.



- Ele também colocou aquele espelho em forma de fantasma na parede da pia.
Nooa riu: - O Léo agora é o decorador do grupo!


- Nooa, chega de piadas. – João então mudou de assunto: – Marquei um encontro entre você e o representante de Corann.
Corann era o líder da Sociedade Fria.
- O Ichiro Nakamura?... Lembro-me dele. Luta muito.
- Leve essa foto de Bárbara e entregue para ele. Diga que queremos saber quem é o Tutor dela e que providências serão tomadas pela Sociedade Fria. Diga que não aceitamos menos do que a cabeça desse Tutor ou Tutora.
- E vocês acharam provas que a identifiquem como a assassina do velho e da criança sumidos?
- Encontramos os corpos deles no segundo andar da casa dela.
- Por mim não haveria acordos com essas coisas. Acabávamos com todos eles e pronto. – Nooa disse, de cara fechada.
- Se fosse assim tão fácil, já o teríamos feito.
- Bem, então vou nessa. Você marcou esse encontro para que horas e onde?
- 21 horas, no Bistrô.
- Beleza.
E Nooa já se preparava para sair quando João complementou a informação: - Ah! E você vai levar uma semidesperta. Alessa e Léo vão te ajudar hoje à noite.
- Ah, não, cara! Fala sério! – Nooa falou, meio indignado.
- Eu tô falando sério. O caso dela é especial. Tu vai sair com ela e passar os ensinamentos básicos. Ela vai ser do grupo do Max.
- Então por que ele não a ensina, hein?
- O grupo dele já a conheceu, mas não eles não tiveram tempo disponível para conversar com ela, pois precisaram partir para Shang Simla. A organização Heng os chamou.


- A Organização vai passar os ensinamentos milenares dos Caçadores para o grupo do Max? E por que não nós? – Nooa ficou chateado. – Meu grupo é muito melhor que o dele!
- A Heng um dia irá chamá-los. Tenha paciência.
- Paciência? Quantos mais vampiros teremos que eliminar? – Ele perguntou, extremamente irritado.
- Nooa, faz o que eu te falei. Lê o relatório da semidesperta, estuda o plano com o Léo e a Alessa, pega a garota e ensina o básico para ela.
Nooa fechou a cara: - Beleza.
E o Styrman saiu da sala. Passou a tarde repassando o plano com os amigos.






Segunda-feira; depois das 19h.

Nooa estacionou seu Toyota Prius na Travessa Sim, 12. O lar da família Solteirus.



Dentro daquela casa, Leonardo e Alessa já estavam dando seguimento ao plano através de uma visita inesperada, disfarçados.


- Então vocês leram meu blog e querem me contratar para trabalhar na empresa de vocês? – O Sr. Simis Solteirus estava interessado em ouvir mais sobre a proposta.
- Exatamente. – Alessa disse com bastante seriedade, dando um maior ar de credibilidade à história dos dois.


- Gostamos de seus textos, Sr. Solteirus. – Leonardo continuou. – E procuramos profissionais de todas as áreas para trabalhar em nosso site. Mas apenas os melhores dos melhores.
A senhora Jocasta Solteirus ouvia atenta; estava muito feliz pelo talento do marido ter sido descoberto. E ela desejava que Miguel, o filho mais velho, que vivia no computador, também fosse pelo mesmo caminho do pai um dia.



- Que trabalhos meus vocês leram? – Simis perguntou.
- Bem, lemos o ensaio que o senhor disponibilizou em seu blog: “Os Absurdos de não se dar Atenção às Moedas de Um Centavo”. – Léo disse.
Ele e Alessa tinham ido preparados.


- Também lemos “Viver Melhor Gastando Pouco”, “Mantendo sua Carteira Longe de Consumidores Desenfreados”, “As Melhores Senhas para Guardar suas Moedas em Cofres” e Educando as Crianças: a Arte da Economia”. – Alessa completou.
- Hmmm... Vocês querem meus textos sobre meu assunto preferido. Mas a que preço? – Simis perguntou.
- Nossa proposta de trabalho é muito boa, Sr. Solteirus. – Então Léo especificou uma boa quantia, sério.
Jocasta fez uma cara de surpresa na mesma hora, pois ele falou em muitos Simoleons1; e o marido dela apenas disse: - Vamos conversar mais sobre isso.

1 O nome do dinheiro no jogo The Sims.


E enquanto eles dialogavam na sala, Nooa pulou a cerca dos fundos da casa e subiu o telhado (do lado oposto onde estacionou seu carro), indo na direção da janela do quarto da semidesperta.


- Nossa, achei que não viria mais! – Foi a primeira coisa que ela disse, assim que viu Nooa.
- Era só o que me faltava: tomar bronca de uma guria! – Ele fechou a janela por onde entrara, de cara fechada.



- Podia ser mais pontual, né? O João disse que você viria 19h. Em ponto. Se o Max estivesse aqui, ele teria chegado no horário certo.
- Mas o “Max” não está aqui. Vai ter que se contentar comigo.
- Então,... “Você” que vai ser meu “tutor” hoje? – Ela perguntou com cara de quem não estava gostando da ideia.
- Olha, escuta aqui, pirralha! Eu também não queria ser teu “tutor” hoje, beleza? Então vê se facilita meu trabalho! - Ele falou, meio grosso. “Odeio crianças.”, pensou.
- Tudo bem. Espero pelo menos que você seja competente.  – Ela disse, com desdém.


E ele então se permitiu observar o quarto à volta dele: - Nossa! Que mau gosto essa decoração, hein? Você dorme aqui?


- Mau gosto tem você, ok? O meu quarto é lindo!
- Não deveria ser rosa?
- Por acaso tenho cara de Barbie?
- Precisa ter cara de Barbie para gostar de rosa?
- Preciso gostar de rosa por ser menina?
- Você é muito da espertinha e cheia das respostinhas para sua idade, né?
- Só para quem faz comentários que ofendem minha inteligência.


Ai, a noite vai ser longa!”, então ele perguntou: - Está preparada para ir?
- Por acaso fiquei te esperando porque não estou? – Ela cruzou os braços olhando-o, toda séria e impaciente.
Que guria prego!”, ele pensou, enquanto olhava para a pequena Laura Solteirus: - Então vamos. – Ele disse, na dele, já sem paciência.
- Espera. Só me responde uma coisa: alienígenas existem? Você trabalha para o Governo, então você sabe!


- Para quê você quer saber isso? – Ele riu, desdenhando.
- É que meu maior sonho é ver os ETs de perto, sabe? Estudar as estrelas...
- Então estuda. E muito. Quando crescer, se você não conseguir trabalhar para o Governo, e virar uma grande Caçadora, como eu, você pode tentar ser abduzida, que tal? É só torcer para os ets terem mais paciência contigo do que eu!


- Engraçadinho. – Ela disse, irônica. - Pois saiba que eu vou tentar mesmo, tá?
- Boa sorte então. Do jeito que você é, nenhum alienígena vai querer te levar! – Nooa riu, antes de pegar o celular para dar continuidade ao plano.
Ligou para o amigo que estava na sala da casa de Laura.


Leonardo atendeu à ligação. Nooa desligou assim que ele atendeu. Aquele era apenas o sinal para que soubessem que ele já estava ali com a garota.


Então Léo fingiu falar com alguém rapidamente, desligou e pediu desculpas a todos por ter atendido o celular no meio de uma conversa de negócios.




Em seguida, Alessa perguntou se poderia ver onde o Sr. Solteirus escrevia seus artigos. Jocasta foi a primeira a levantar para mostrar a eles o computador que o marido usava, que ficava em uma mesinha na cozinha.




Enquanto o Sr. Simis mostrava seus trabalhos, Nooa e Laura desciam as escadas e saíam sorrateiramente.
- Quero deixar bem claro que não estou gostando nem um pouquinho de enganar meus pais, tá? – Ela disse baixinho, enquanto saía com ele.
- E eu quero deixar bem claro que, se você não for treinada, você e sua família podem ser vítimas daquelas criaturas, beleza? – Nooa definitivamente não gostava de crianças espertinhas.


- Alguém já te disse que você é muito chato?
- E alguém já te disse que você é muito chata?
Ela nem respondeu.
- Me passa a cópia da chave da tua casa! – Ele disse.



- Toma. – Ela entregou para ele. - Mas depois eu quero de volta, viu? Ou acha que vou deixar a chave da minha casa com um estranho?
- Você já está toda errada saindo de casa com um estranho! Isso é muito pior! – Ele fechou a cara, impaciente, abrindo a porta para que saíssem logo.










Pararam no local chamado “O Pequeno Bistrô Corso”, na Alameda Mirabela, 380. O local ficava aberto das 11h às 23h. Nooa gostava de comer lá de vez em quando.


Sentou em uma mesinha com Laura e fizeram os pedidos.


Enquanto se deliciavam com seus pratos, conversavam:
- Então, pirralha. O esquema é simples: você me enche de perguntas sobre o Despertar, os vampiros, a Sociedade Fria, o Manto, a organização Heng, os Caçadores; e eu respondo. Só isso. – Nooa disse, prático.
- E você vai responder toda a verdade?
- Vou. – Respondeu, com cara de quem já estava de saco cheio.


- Eu queria que o Max tivesse aqui...
Max, Max, Max! Odeio esse cara!”, Nooa pensou, na dele.
- Escuta, o Max não tá aqui. Eu, infelizmente, sou o encarregado de te tirar as dúvidas, beleza?
- Ok...


- Então faz assim: termina de comer e a gente começa com o questionário, certo?
- Tá bom. Ah! E você pode parar de me chamar de “pirralha”? Meu nome é Laura. Laura Solteirus. – Ela pediu, toda educadinha.
- Ok, ok... – Ele disse, com ar cansado.


E a sessão de perguntas começou.
Eles tinham pouco tempo, já que às 21h, Nooa se encontraria com Ichiro, o representante de Corann (o líder da Sociedade Fria).





[Continua na segunda! :) ]


Hi, amigo Simmer! Obrigada por acompanhar essa história!
Tenha uma ótima semana! :)

Como não tenho mais nem o TS3 instalado, e como essa história foi escrita há alguns anos, não sei onde baixei, na época, todos os Sims e CPs (“conteúdos personalizados”) utilizados. Mas que fique registrado aqui meu agradecimento aos criadores! Thank to the creators! :D



6 comentários:

  1. Ótimo capítulo! Parabéns! Amei esse episódio e minha cena favorita foi a Laura e o Nooa haha xD
    Ansioso pelo próximo, e ainda estou curioso sobre o que aconteceu com o Daniel!

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    1. \o/ Obrigada pelo comment! :D No próximo capítulo haverá novidades sobre o que houve com o Daniel! :D

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  2. Respostas
    1. Tenho certeza que vc está falando da Laura! Aaaaaaaaaamo a Laurinha tb! Mas ela é participação especial na série! xD Ela não poderia faltar! :D

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  3. A senhora caixão era uma pirralhinha chata em?!
    Oque é uma semidesperta?

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    1. Verdade! Kkkkkkkkk...
      O Nooa vai explicar sobre isso e muito mais no próximo capítulo! :)
      Obrigada por ler e por comentar! :)

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